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MOBILIDADE URBANA


Autoria:

Fabio Celestino Dos Santos


-Advogado,Graduação em Direito -(Unicastelo); -Pós-graduado em Direito Cível; -Pós-graduado em Processo Cível; -Pós-graduando em Direito Imobiliário; -Presidente da Comissão dos Direitos Humanos da OAB/SP, 104ª Subseção -Itaquera; -Diretor da Comissão de Segurança Pública da OAB/SP, 104ª Subseção -Itaquera; - Diretor da Comissão do Terceiro Setor da OAB/SP, 104ª Subseção -Itaquera, -Mediador e Conciliador pelo CNJ; -Vice-presidente do (Conseg), Conselho de Segurança de São Matheus, São Paulo/SP.

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Resumo:

DESAFIOS DA MOBILIDADE URBANA

Texto enviado ao JurisWay em 12/09/2017.

Última edição/atualização em 16/09/2017.



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MOBILIDADE URBANA

     Pensar em mobilidade urbana não é somente transporte e trânsito, deve-se pensar em deslocamentos partindo também das necessidades das pessoas, necessita-se ter a interação com a própria cidade.

         Interação essa como modo de facilitar o acesso de todas as pessoas a um transporte público, que dê, pelo menos, um pouco de tranquilidade e dignidade aos usuários durante as viagens.

     É necessário sair do pensamento retrógrado que se vê no semáforo, na construção de viadutos, na aplicação de multas ou na melhora da sinalização como uma solução para a mobilidade urbana. O problema do trânsito paulistano ou em grande parte das capitais desse imenso país está na UTI, requer uma abordagem ampla, uma intervenção cirúrgica com pensamento voltado para o transporte de massa, ou seja, um investimento em grandes proporções. É um desafio logístico, administrativo e político, principalmente de boa vontade de realizar, necessita-se de um amplo debate com todos os segmentos representativos.

        Posso citar aqui um dos problemas entre muitos, que é a verticalização da cidade que tem ignorado o impacto no déficit de áreas de estacionamento, o meio ambiente, o trânsito e a demanda no transporte público de massa. Como consequência, São Paulo vem parando aos poucos e trazendo todo o tipo de prejuízo à sua população como, por exemplo, um nível altíssimo de estresse, dentre outros.

        Outro grande dilema é como diminuir a distância que separa o conforto do automóvel da vida de gado que leva o usuário do transporte público, mesmo que se tenha tido algum tipo de melhoria, ainda está muito aquém do razoável, para uma cidade igual São Paulo ou um país como o Brasil.

     Infelizmente, nunca tivemos uma política nacional para gestão de transporte público compartilhada entre as três esferas de governo, nos últimos 50 anos. Essa questão precisa ser enfrentada de maneira a ser deixado o partidarismo político, interesses partilculares e nossos governantes devem passar a pensar como representantes do povo que os elegeram.

Não existe modalidade de transporte que, isoladamente, resolva todos os problemas. Levan
do-se em conta que as três variáveis mais importantes na mobilidade são a acessibilidade, 
o tempo de espera e a velocidade do equipamento, não adianta termos uma ou duas delas 
se não tivermos a terceira”.  Oskar Coester empresário brasileiro, conhecido pela invenção do
 Aeromóvel, (sistema sobre trilhos e sobre dutos de ar).



Dr. FÁBIO CELESTINO DOS SANTOS

 



 

 

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