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A MUSICALIDADE COMO MÉTODO DIDÁTICO NO ENSINO SUPERIOR, LEVANDO EM CONSIDERAÇÃO A TEORIA DAS INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS DE HOWARD GARDNER


Autoria:

Isabella Lumena Rodrigues


Advogada, professora e regente. Várias faces de mim.

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Resumo:

Didática. Ensino Superior. Inteligências Múltiplas. Musicalidade. Criatividade.

Texto enviado ao JurisWay em 19/10/2016.

Última edição/atualização em 29/10/2016.



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INTRODUÇÃO

A pergunta “o que é música” tem sido alvo de discussão há décadas. No seu sentido amplo seria a organização temporal de sons e silêncios (pausas). Já em seu sentido restrito seria a arte de coordenar e transmitir efeitos sonoros, harmoniosos e esteticamente válidos, podendo ser transmitida através da voz ou de instrumentos musicais.

Essa definição parece simples e completa, mas definir música não é algo tão óbvio assim. Ela é uma manifestação artística e trata-se de um veículo usado para expressar os sentimentos. Definir o que é música não foi uma tarefa fácil nem mesmo aos grandes pianistas que deixaram sua marca na história.

Desmembrar a música não é o nosso objetivo, mas atestar o seu valor no campo acadêmico será o nosso alvo até as últimas páginas.

Com um brado exuberante e primoroso, Café encerrou a execução da primeira canção da noite. Os expectadores, impressionados, tornaram a aplaudir com intensa energia o jovem tenor que os havia

magnetizado. O espetáculo se iniciara magistralmente e o alumbramento parecia que sempre estivera estampado na face de cada uma daquelas pessoas maravilhadas.

Em algum lugar no meio do público, um garotinho de uns cinco anos de idade, sentado no colo da mãe, também aplaudia com entusiasmo o cantor que estava no palco. O menino estava fascinado com aquela música diferente que acabara de ouvir e os seus olhos miúdos cintilavam de encantamento. Uma faísca enfeitiçada se acendera no coraçãozinho daquela criança e a deixara contente. Era bem possível que algo novo e bom tivesse acabado de ser semeado no jardim daquele mesmo coraçãozinho (PINEL, 2013).

O trecho acima citado é uma ficção da obra Cidade Paraíso – uma história de ópera, fotos e rock’n’roll. Se essa informação não fosse mencionada, provavelmente pensaríamos se tratar de uma história real, porque a música tem esse poder: envolver as pessoas, causar impacto, emocionar e, principalmente, inspirar. A ficção é uma narrativa que se repete na vida real.

A Música tem o poder de nos remeter a momentos (felizes e tristes) de nossas vidas e é por isso que ela não pode ser delimitada a um conceito. A nossa vida é marcada por trilhas sonoras. E assim como a música trouxe impacto na narrativa acima, inspirando uma criança, certamente produziria bons frutos quando aplicada no universo acadêmico.

Se a sua residência está localizada em algum centro urbano provavelmente você tem alguma experiência musical para compartilhar. Vamos começar com aquela que envolve o seu vizinho. Aconteceu em um domingo ensolarado, mais ou menos às onze horas da manhã, quando você começou a desfrutar daquele som alto e ensurdecedor. O seu vizinho decidiu fazer um churrasco para os amigos e a trilha sonora é bastante exótica.

Na maioria das vezes você não aprecia o gosto musical do seu vizinho e a cantoria passa do horário do almoço e invade o fim da tarde. Finalmente o domingo acabou, aquelas músicas de letras peculiares pararam de tocar e a vizinhança voltou a ter momentos de paz.

Se você nunca viveu uma experiência musical com o seu vizinho, provavelmente teve no seio do seu lar. Só quem tem filhos sabe como é maravilhoso escutar mil e quinhentas vezes a mesma música da “galinha pintadinha”. Sim, o universo musical infantil pode ser bastante cansativo para os adultos.

Independentemente da experiência que você viveu, afirmamos, com toda a certeza, que no final do dia, por mais que o seu vizinho tenha desligado o som, você acabou cantarolando aquelas músicas de forma inconsciente. Sim, você odiou cada

música que foi tocada, mas você aprendeu todas elas. E sobre as músicas infantis, você vai tentar esquecê-las, mas será inútil. Elas passaram a fazer parte da sua rotina e você vai cantá-las sem querer, inconscientemente.

A música tem esse poder: ela ativa grandes áreas do nosso cérebro. Quando ouvimos uma canção, as áreas auditiva, límbica e motora são ativadas independentemente do estilo musical que ouvimos. A música é um incentivo para o cérebro e melhora a nossa memória.

O compositor americano contemporâneo, Harold Shapero, no ajuda a entender o léxico musical:

A mente musical se interessa predominantemente pelos mecanismos da memória. A memória musical, quando suas funções fisiológicas estão intactas, funciona indiscriminadamente; uma grande porcentagem do que é ouvido torna-se submerso no inconsciente e está sujeito a lembrança literal (citado por GARDNER, 1994).

O compositor argentino Léon Gieco disse que “a música é uma coisa ampla, sem limites, sem fronteiras e sem bandeiras”. Essa diversidade faz com que a música seja utilizada como um instrumento de aprendizagem.

Os autores do volume resultante, No Limits to Learning, (Aprendizagem Ilimitada) concordam que “para todos os propósitos práticos parece não haver virtualmente qualquer limite para a aprendizagem”. Portanto, é possível que a transmissão de conhecimento se utilize de métodos criativos e inovadores, assim como a ferramenta da musicalidade.

Ora, se ao escutarmos uma música aleatória que nem estamos dispostos a aprender conseguimos absorver o conteúdo de forma inconsciente, imagine a música com objeto direcionado ao ensino e aprendizagem. Seria uma experiência de sucesso.

Podemos observar que a música pode ser utilizada como método bastante eficaz no processo de ensino. Na verdade, a música já tem sido aplicada em alguns segmentos da educação, com destaque nos cursos preparatórios (Concursos, Pré vestibular, ENEM, PAS).

Por mais que estudos comprovem a eficiência da música no processo de memorização e de aprendizagem, essa ferramenta é pouco utilizada. Alguns docentes insistem na didática convencional (quadro e giz), fechando os olhos para as necessidades especiais de cada aluno. Outros, por sua vez, não se sentem capacitados para utilizar a música em sala de aula.

No âmbito do ensino superior os docentes preferem seguir a mesma sequência litúrgica de sempre, sem nenhuma inclinação para qualquer inovação.

Além disso, alguns docentes preferem levantar críticas severas e preconceituosas aos poucos professores que usam a música como uma ferramenta pedagógica. Àqueles que criticam essa ferramenta tão eficaz e criativa, levantamos o nosso questionamento: existe uma fórmula concreta para ensinar? A música não poderia ser inserida como um método didático e eficaz? Afinal, o que é didática?

A Didática é a arte de ensinar, e no trabalho do professor ela é significativa e importante, pois norteia os caminhos a serem seguidos e trilhados, mostrando então o homem que deve ser formado na atualidade. Mas para que isso ocorra, à mesma deve propor mudanças no modo de pensar e agir no ambiente educativo e ter presente a necessidade de democratização das relações. Pois é evidente que o ensino, por si só, não é condição suficiente para a formação de pessoas críticas e nem autônomas.

A didática é a arte de ensinar e os educadores são os artistas nessa construção do saber. Como qualquer arte pode ser modificada pelo artista, cabe a nós articular o conteúdo de ensino e a prática social, pensando na construção do homem que faz parte da história, um ser humano crítico, autônomo e criativo. A Didática é a mola mestra da Pedagogia, mas na compreensão deste homem, precisamos ter conhecimento da Filosofia da Educação, da Psicologia da Aprendizagem e da Sociologia. (GUIMARÁES, 2014)

Levando em consideração que a didática é a arte de ensinar e os educadores são os artistas do processo de ensino e aprendizagem, podemos afirmar que a música pode ser utilizada como método didático.

Talvez esse seja o momento adequado para elevar a qualidade de artista do docente. De promover a criatividade no contexto das nossas universidades.

Desde a segunda metade do século, tem-se observado um interesse crescente e apaixonado pelo estudo da criatividade. Pesquisadores das mais diversas áreas começaram a perceber que para lidar com as rápidas transformações que estavam ocorrendo no mundo era necessário estabelecer condições favoráveis à emergência e à expressão de habilidades criativas, de modo que se alcançassem respostas originais e mais adequadas aos desafios impostos.

O docente tem um papel fundamental nesse contexto, pois a reprodução de conhecimentos e estratégias adquiridas parece não ser mais suficiente para solucionar os problemas emergentes. Cada vez mais o papel da criatividade vem sendo enfatizado e apontado como de inestimável valor.

O docente que inova, além de potencializar o ensino, encoraja o seu aluno a seguir em sua carreira profissional com ideias revolucionárias, expressando alta inteligência e ganhando espaço de destaque no mercado de trabalho.

O pensamento criador é inovador, exploratório e aventureiro. Impaciente ante a convenção, e atraído pelo desconhecido e indeterminado. O risco e a incerteza estimulam-no (KNELLER, 1973).

O ser humano é dotado de inteligência. Não trata-se apenas de um seguimento, mas vários. E o docente pode alcançar o seu aluno de várias maneiras. É possível explorar muitas possibilidades para alcançar o tão almejado aprendizado. Ensinar ficou muito mais fácil com a contribuição de Gardner.

Diferentemente de outros teóricos da inteligência, nós não buscamos reduzir o conceito de inteligência a uma forma menos complexa a fim de desenvolver um teste de possa medi-la. Ao invés disso, gostaríamos de explicar as diversas manifestações da inteligência dentro de uma cultura e entre culturas. Esperamos que a teoria nos ajude a ver quando e onde poderíamos esperar encontrar manifestações de inteligência, e como essas manifestações poderiam ser aumentadas. Defendemos avaliações que busquem aproveitar a gama dos potenciais ou competências dos indivíduos. Essas competências, por sua vez, permitem ao indivíduo participar na variedade de estados finais que os seres humanos desenvolveram. Esperamos, também, que tais avaliações possam ajudar a criar ambientes que estimulem o potencial individual, assim como grupal (GARDNER, 2000)

A Teoria das Inteligências Múltiplas desenvolvida por Howard Gardner defende que todos os seres humanos possuem oito tipos de inteligências (lingüística, lógico-matemática, espacial, musical, corporal, cinestésica, interpessoal, intrapessoal e naturalística), contudo, umas podem estar mais ou menos desenvolvidas dependendo do estímulo que recebem.

Existe uma grande preocupação no ensino, no sentido de se compreender como é que os indivíduos aprendem, ou porque é que alguns têm mais facilidade que outros na resolução de problemas que possam surgir em sala de aula ou nas suas tarefas do quotidiano.

A Teoria das Inteligências Múltiplas vai ao encontro dessa temática e refere que o docente deve ter consciência das inteligências que prevalecem na sua sala, devendo realizar atividades que proporcionem aos discentes a aquisição dos conteúdos para melhorar a aprendizagem daqueles que têm maiores dificuldades.

Essa tarefa exige sensibilidade do docente, ou seja, compreender qual seria a maneira adequada de transmitir o conhecimento para aquele grupo de alunos, pois cada turma revela as suas peculiares características. Além disso, é necessário ter habilidade (ferramentas para transmitir o conteúdo exposto).

O professor pode ser competente, ter conhecimentos profundos de uma determinada disciplina e não ter habilidades práticas para o ensino, não saber ensinar. A educação não é só ciência, mas é também arte. O ato de educar é complexo. O êxito do ensino não depende tanto do conhecimento do professor, mas da sua capacidade de criar espaços de aprendizagem, vale dizer, “fazer aprender” e de seu projeto de vida de continuar aprendendo. (GADOTTI, 2003)

A teoria de Gardner revolucionou o campo da psicologia cognitiva ao ultrapassar a noção comum de inteligência como capacidade ou potencial geral que cada ser humano possui em maior ou menor extensão e ao questionar a suposição de que a inteligência possa ser medida por instrumentos verbais padronizados como testes de respostas curtas realizados com papel e lápis.

Diferente de muitos que estudam educação, Gardner nunca teve um conjunto de práticas a ser recomendado. Eis a beleza de sua teoria: a construção da educação que é complexa demais para se encaixar em métodos concretos e infalíveis. Não seria uma receita de bolo, e, por isso, não haveria uma receita.

Interessante ainda é observar que Gardner não utiliza o termo “talento”, mas opta pelo termo “inteligência”, por acreditar ser uma palavra mais abrangente e que acompanha o indivíduo em sua estrutura biológica. Para ele, a inteligência está associada à capacidade de resolver problemas e desenvolver projetos: sonhar e realizar.

Para abarcar adequadamente o campo da cognição humana, Gardner considera que é necessário incluir um conjunto muito mais amplo e mais universal de competências do que comumente se considerou. Nesta direção, o autor define inteligência como “a capacidade de resolver problemas ou de criar produtos que sejam valorizados dentro de um ou mais cenários culturais”.

Além de Gardner considerar as diversas inteligências, ele também ressalta a possibilidade de algumas delas caminharem juntas, ou seja, dependentes umas das outras. Por outro lado, revela a independência de algumas diante de outras e que

podem ser modeladas e combinadas numa multiplicidade de maneiras adaptativas por indivíduos e culturas.

Não seria possível discutir todas as inteligências neste artigo e, por isso, decidimos nos aprofundar na inteligência musical por acreditar no seu poder extraordinário e, infelizmente, pouco explorado no âmbito da educação. Assim como a música que tocou no vizinho e você não esqueceu, as canções escritas com finalidade educativa serão lembradas para sempre.

De todas as inteligências com que os indivíduos podem ser dotados, nenhuma surge mais cedo do que a Inteligência musical. Leonardo Bernstein a possuía em alto grau; Mozart, presumivelmente ainda mais.

Por mais que nós tenhamos muitas referências brilhantes no mundo da musica, não precisamos nos comparar a Chopin (conhecido como um dos maiores compositores para piano e um dos pianistas mais importantes da história) para utilizar a música nos centros acadêmicos. Basta apenas um pouco de coragem para inovar e, principalmente, para alcançar a aprendizagem de forma significativa e criativa.

RESULTADOS E DISCUSSÕES

Debruçando sobre a teoria de Gardner, que teve seu nascimento no início dos anos 80, podemos destacar dois pontos crucias. O primeiro deles diz respeito à individualização da educação. Isso significa que, em vez de ensinar a mesma coisa da mesma forma para todos, devemos aprender o máximo a respeito de cada discente e tentar ensinar a ele de modo que faça sentido para a sua forma particular de pensar. A lição prática que podemos extrair seria o ensinar, o aprender e a avaliação nos termos do aluno individual.

O segundo aspecto seria ensinar o que é importante de várias formas. Nada relevante pode ser ensinado de uma só forma. Há diversas maneiras de ensinar e quando nos valemos disso, alcançamos um maior número de alunos.

As ferramentas didáticas são diversas, mas as discussões apresentadas foram suficientes para sustentar que a música é um método eficaz e que dever ser utilizada por docentes corajosos, criativos e que queiram potencializar o aprendizado de seus alunos.

E aqui fica a pergunta que não quer calar: Os docentes estão preparados para a pluralização do ensino? Sentimo-nos confortáveis para entrar em sala de aula e utilizar recursos variados?

Nos últimos tempos, muito se fala sobre os professores “show man”, que são verdadeiros artistas e que fazem da aula um momento dinâmico e divertido. Os conservadores dirão que são “palhaços do entretenimento”.

Com toda a cautela, não devemos generalizar um padrão para a docência. Mas devemos estar atentos aos sinais. Estamos cansados de vislumbrar aquele aluno da inteligência lingüística que não sabe somar. Ou ainda o brilhante em física que não consegue conjugar verbos. Não vamos fechar os nossos olhos para esses fatos.

Esses são alguns exemplos da educação básica. Contudo esses fatos são recorrentes no trato com o aluno do ensino superior. Podemos destacar aquele discente incrível que domina certo assunto na prática, mas que é incapaz de produzir um artigo acadêmico por não conseguir colocar as suas ideias em uma folha de papel.

Se o nosso objetivo é transmitir conhecimento, somos plenamente responsáveis por conhecer os nossos alunos e suas necessidades. Somos responsáveis por alcançá-los através de ferramentas diferenciadas, de modo que o conteúdo exposto faça sentido ao aluno e à sua maneira particular de pensar.

Somos impulsionados a sair da zona de conforto e explorar formas criativas de transmitir conhecimento. Experimentemos a música como pontapé inicial.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Neste trabalho, observou-se que a música pode ser considerada como um instrumento didático expressivo no ensino e na aprendizagem, também no ensino superior.

Conclui-se que, para os docentes, é fundamental ter uma visão holística dos potenciais envolvidos na consecução eficiente dos conteúdos dos cursos por eles ministrados e, sobretudo, uma compreensão sensível às formas de aprendizado de seus alunos.

A adequação dos métodos de ensino aos perfis específicos dos alunos passa a ser fundamental para que as diferenças pessoais - elemento imprescindível para o

enriquecimento social e, mais especificamente, do meio profissional- não sejam uma barreira para o aprendizado.

Enaltecendo a figura do docente como artista que promove o aprendizado, frisamos a importância do professor criativo, que não se sente amedrontado com as mudanças do mundo, mas que é encorajado a inovar com o passar dos anos, acompanhando as necessidades do discente atual.

As ideias apresentadas procuram engrandecer práticas, posturas e/ou ideias inovadoras de docentes no ensino superior, reconhecendo o seu mérito na melhoria da qualidade do ensino nas universidades.






REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

GUIMARÃES, Gislaine. O significado da didática no trabalho pedagógico do professor.Disponívelem:http://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/artigos/58611/o-significado-dadidatica-no-trabalho-pedagogico-do-professor: Outubro de 2014.

GARDNER, Howard. Estruturas da Mente: A Teoria das Inteligências Múltiplas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994.

GARDNER, Howard. Inteligências Múltiplas: a teoria na prática. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.

VIRGOLIM, Angela (org). Talento criativo: expressão em múltiplos contextos. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2007.

KNELLER, George. Arte e ciência da criatividade. São Paulo: IBRASA, 1973.

GADOTTI, Moacir. A escola e o professor: Paulo Freire e a paixão de ensinar. São Paulo: Editora Publisher Brasil, 2007.

GADOTTI, Moacir. Boniteza de um sonho: Ensinar e aprender com sentido. Novo Hamburgo: Editora Feevale, 2003.

FERRARI, Márcio. Comênio, o pai da didática moderna. Disponível em: http://novaescola.org.br/conteudo/184/pai-didatica-moderna-filosofo-tcheco-comenio: outubro de 2008.

FREIRE, Paulo. A mensagem de Paulo Freire: Teoria e prática da libertação. Porto: Editora Nova Crítica, 1977.

PINEL, Roberto. Cidade Paraíso – uma história de ópera, fotos e rock’n’roll. Rio de Janeiro: Editora Multifoco, 2013.

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