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A EDUCAÇÃO NO BRASIL E INDICADORES


Autoria:

Marcus Vinicius De Oliveira Ribeiro


Advogado pela OAB-PR formado na União Latino-Americana de Tecnologia - ULT - Polo Jaguariaíva, orientador de normas e pesquisa científica. 25 anos

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Resumo:

Análise crítica de indicadores de evasão escolar e desenvolvimento do país.

Texto enviado ao JurisWay em 25/04/2013.



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A EDUCAÇÃO NO BRASIL E INDICADORES

MARCUS VINICIUS DE OLIVEIRA RIBEIRO

kaytovor@hotmail.com

União Latino-Americana de Tecnologia – ULT

25 de Abril de 2013

 

 

Importante destacar que todos os assuntos, principalmente políticos, relacionados a administração da educação de um país são relativos e multifacetados.

Leva-se em consideração as vertentes mais importantes do problemas como o ponto de vista governamental, o qual toma decisões em pró crescimento e melhora da educação, ou ao menos deveria. Outro, é o ponto de vista das instituições, professores e pais que apontam características qualitativas em relação aos materiais didáticos e qualidade de ensino e por fim a vertente do educando.

É notável a falta de consideração por parte da maioria dos representantes da política nacional brasileira. Fato qual tem seu advento desde o começo da formação da República no descobrimento em 1500.

Um relatório da UNESCO de 2008, baseado em dados educacionais de 2005, destaca que as causas da evasão são multifatoriais, abrangendo situações específicas de diversos países, fatores particulares do aluno e nível das redes de ensino. Entre os principais problemas da rede de ensino, a falta de recursos e de segurança nas escolas, excesso de alunos nas salas de aula e a falta de qualificação dos professores são os que mais incomodam.

Foi relatado que nos países em desenvolvimento, mesmo as escolas bem equipadas são incapazes de evitar a evasão se o aluno estiver sendo submetido a uma situação de pobreza ou miséria. Fora frisado que diante dos problemas enfrentados pelo aluno, no campo pessoal, familiar, financeiro e de trabalho, as escolas podem evitar sua saída do sistema de ensino ao dar-lhe o apoio necessário para lidar com as dificuldades externas à sala de aula.

O ensino brasileiro vive uma crise não agradando nem à família, nem ao aluno. Para o Governo o processo é de reforma. Especialistas concluem que os professores devem ser melhor qualificados em uma lógica de evolução nacional. O Governo sabe do índice de evasão e de repetência não assiste a Revolução Educacional tão esperada, sonhada e necessária, já experimentada por países como a Coréia do Sul e Portugal.

Conclui-se que a falta de envolvimento do povo atrasou o processo de obtenção da cidadania ao alcance da educação. O Estado muito ligado as oligarquias não se preocupou durante décadas com o povo brasileiro, que teve seus ganhos sociais e civis com a posse democrática de um presidente que não gostava de democracia. A troca de regimes foi maléfica para a obtenção de uma consciência política no país, que ganhou exercendo o direito ao sufrágio (voto) e com o comparecimento de partidos e associações ligadas diretamente ao povo. Somente a democracia como instrumento isolado e mal usado não traz reais ganhos sociais. E mesmo em governos ligados ao fisiologismo tivemos ganhos poucos, mas concretos para o caminho da população do Brasil.


REFERÊNCIAS

UNIMONTES http://www.unimontes.br/coloquiointernacional/

UNESCO http://www.brasilia.unesco.org

  

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