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o exame da ordem e o candidato


Autoria:

Lucio Correa Cassilla


Advogado graduado pela PUC/MG com mobilidade na Universidade de Coimbra, especialista em Ciências Criminais, doutorando em Direito pela UMSA/Argentina e Pedagogo. Sócio do escritório CRC Sociedade de Advogados. www.crcadv.com.br

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Resumo:

perfil dos candidatos ao exame da ordem e a importancia deste exame na carreira de advogado

Texto enviado ao JurisWay em 05/12/2011.



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A prova da OAB e seus candidatos Via de regra, candidatos do exame da ordem dos advogados são de dois tipos: aqueles que se mataram de estudar e aqueles que nem abriram o livro. Os que se mataram de estudar se subdividem entre os que vão passar agora e os que passarão na próxima prova. Passar na próxima pode ser: ou por falta de sorte, já que a matéria a ser estudada é imensa em quantidade, nunca se sabe tudo de tudo e as questões da prova versavam exatamente sobre temas que o estudioso não dominava ainda; ou, apesar de ter conhecimentos necessários, não soube administrar tempo, nervosismo ou os dois. A falta de sorte pode ser por dificuldades extrínsecas. O candidato pode ficar com aquela dor de barriga, logo após o início do exame. Infelizmente, não dá pra levar a prova ao banheiro. Tem aqueles que se mataram de estudar, mas fazem questão de dizer a todos que não estudaram nada. Essa atitude ajuda a aliviar a responsabilidade social e familiar, caso dê azar no exame. De qualquer forma, a prova é difícil realmente, mas a divisão dos que se mataram de estudar cedo ou breve lograrão êxito. O curioso na categoria dos que nem abriram o livro, fica por conta daqueles que, mesmo assim, passam na prova. Ou são daqueles seres iluminados - não conheço nenhum - ou tiraram muito proveito do curso de Direito que faziam. Boa instituição de ensino, aluno autodidata, convívio familiar ou profissional intenso e adequado na área jurídica, são fortes fatores que, certamente, precisam ser somados para esse tipo de sucesso (passar na prova sem se matar de estudar). O exame da OAB realmente é difícil, tem uma série de falhas, mas não é impossível. Exige do candidato a advogado muito menos do que exigirá o cliente que o procurará para a defesa de seus interesses. A vida profissional do advogado atuante cobra preparo e conhecimento deste muito mais intenso que o exame espera dos candidatos. Quem questiona a validade do exame da ordem é porque não conhece o esforço diário que o bom advogado desfere em ampliar, aprofundar seus conhecimentos. A carteira da sala de prova só tem um lado. É o candidato contra si mesmo. Entretanto, nas discussões judiciais, há vários interesses, sendo defendidos por diferentes profissionais; há um juiz que deverá optar por apenas uma das teses; há clientes para dar satisfação; há despesas a serem quitadas; há dificuldades diversas a serem ultrapassadas e, principalmente, há reconhecimento profissional a ser alcançado. O exame da OAB não é a maior barreira a ser transponida por quem opta pela carreira jurídica de advogado é apenas uma destas barreiras, um importante momento que dá ao bacharel noção do que virá pela frente. Estudar sempre será um fardo, ou uma benção que o profissional do direito carregará com sigo. Minha sugestão para quem optou pelas ciências jurídicas é: mate-se de estudar, antes da prova e depois desta. Lúcio Corrêa CASSILLA Pedagogo e Advogado cassilla@uol.com.br
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Comentários e Opiniões

1) Antonio (25/06/2013 às 22:06:48) IP: 186.227.50.34
É justamente por isso que não há necessidade da prova para advogar, entendo que um estágio de aproximadamente 18 a 24 meses mediante avaliações de profissionais da área bastaria, como é feito na medicina. já dizia um professor meu do ensino médio: a prova não prova nada.


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