JurisWay - Sistema Educacional Online
 
Kit com 30 mil modelos de petições
 
Cursos
Certificados
Concursos
OAB
ENEM
Vídeos
Modelos
Perguntas
Eventos
Artigos
Fale Conosco
Mais...
 
Email
Senha
powered by
Google  
 

Deepfakes, robôs, instagram e bullying: Para onde estamos indo?


Autoria:

Gustavo Rocha


Advogado Pós-Graduado Gerente jurídico por 4 anos Membro da comissão especial de Processo Eletrônico da OAB/RS Membro da comissão especial de Fiscalização e Ética Profissional da OAB/RS Membro da comissão permanente de Acesso a Justiça do Conselho Federal da OAB Implanta gestão e softwares jurídicos desde 1997 Sócio da Consultoria GustavoRochacom, inscrita no CRA/RS 003799/O Presta exclusivamente consultoria nas áreas de gestão, tecnologia, marketing jurídico e processo eletrônico. 10 anos de consultoria direcionada em escritórios e departamentos jurídicos no Brasil e Portugal Mais de 2000 artigos publicados no portal www.gustavorocha.com Canal no Youtube (gustavorochacom) com aulas, palestras e dicas práticas Palestrante e professor convidado de universidades e cursos de Pós-Graduação pelo país nas áreas de gestão, tecnologia, marketing jurídico e processo eletrônico Contato direto: gustavo@gustavorocha.com

envie um e-mail para este autor

Resumo:

Deepfakes, robôs, instagram e bullying: Para onde estamos indo?

Texto enviado ao JurisWay em 23/10/2019.



Indique este texto a seus amigos indique esta página a um amigo



Quer disponibilizar seu artigo no JurisWay?

Deepfakes é uma tecnologia que usa Inteligência Artificial para criar vídeos falsos, mas realistas, colocando pessoas – normalmente famosas – em  situações que não fariam na vida real.

 

O estágio de evolução das deepfakes preocupa, uma vez que distinguir o real do falso está cada vez mais difícil.

 

E não vamos longe, desde 2016 temos 3 robôs que simulam atitudes humanas (como brigarem com namorados, se apaixonarem, como se pessoas reais fossem, no caso adolescentes) e tem mais de 2 milhões de seguidores no Instagram, fazendo um sucesso impressionante entre os humanos.

 

Quando lançados, não foram divulgados como imagens de robôs feitos com computação gráfica, mas hoje são amplamente assim conhecidos e mesmo assim, continuam com ampla gama de seguidores e pessoas que interagem com empatia e preocupação, tipo, quando um deles disse que se separou e estava triste, inúmeros comentários na rede social dizendo que ela não deveria se preocupar, que tudo ficaria bem, etc… Ou seja, era um efeito claro de controle de pessoas em massa, que sequer se preocupam com os fatos de verdade, querem apenas “ajudar” e participar da vida dos outros, mesmo que estes outros sequer humano sejam.

 

E nesta esteira toda, temos em Outubro de 2019 o lançamento pelo Instagram de mais uma ferramenta Antibullying da rede social (Em 2018 já havia outra ferramenta na rede social buscando o mesmo objetivo), onde ao invés de bloquear ou deixar de seguir, o usuário agora pode “restringir” outras pessoas (recurso ainda não disponível a todos os usuários e deverá atingir a todos até final de Outubro de 2019).

 

Como assim restringir?

 

Ao clicar em restringir e adicionar um usuário, este não aparece mais nos comentários da pessoa que restringiu, nem contatos diretos entre as pessoas, sem deixar de ser seguidor e sem que a parte que foi adicionada a restrição saiba do fato.

 

Parece uma ferramenta interessante para ajudar na ideia de antibullying, contudo, me traz outra reflexão tão ou superiormente importante: Porque não sabemos nos comunicar uns com os outros?

 

Em que momento da nossa história temos mais valor a robôs que inventam histórias falsas como novelas e criamos empatia, enquanto pessoas reais sequer conseguem conviver com ideias contrárias às suas sem criarem exércitos de seguidores e outras pessoas em confronto ataque a outras para que um ou outro ponto ponto de vista seja dito vencedor…

 

Não há vencedores nesta guerra de palavras e ataques, apenas perdedores. Inclusive alguns graves, como da jovem Molly Russel que após sofrer bullying pelo Instagram cometeu suicídio.

 

E então, para onde estamos indo?

 

Respondo o questionamento do título com algumas ideias que não são definitivas, porém, podemos refletir a respeito:

 

Como educamos hoje para que tenhamos uma sociedade mais fraterna?

Qual nosso papel em cada indivíduo para o seu crescimento pessoal?

Oportunizamos no dia a dia – e quiçá valorizamos –  as atitudes que confrontam nossas ideias?

 

Enfim, estamos sendo parte da evolução humana ou apenas mais parte do comboio que apenas vê as tropas passarem, sem sequer saber os planos de aonde estão indo?

 

#FicaaReflexão

 

#FraternoAbraço #GustavoRocha

 

Consultoria GustavoRocha.com |  Gestão, Tecnologia e Marketing Estratégicos

Robôs  | Inteligência Artificial  | Jurimetria | Marketing Jurídico  | Fluxos Internos | Plano de Carreira  | Financeiro(51) 98163.3333  | gustavo@gustavorocha.com  | www.gustavorocha.com

Importante:
1 - Conforme lei 9.610/98, que dispõe sobre direitos autorais, a reprodução parcial ou integral desta obra sem autorização prévia e expressa do autor constitui ofensa aos seus direitos autorais (art. 29). Em caso de interesse, use o link localizado na parte superior direita da página para entrar em contato com o autor do texto.
2 - Entretanto, de acordo com a lei 9.610/98, art. 46, não constitui ofensa aos direitos autorais a citação de passagens da obra para fins de estudo, crítica ou polêmica, na medida justificada para o fim a atingir, indicando-se o nome do autor (Gustavo Rocha) e a fonte www.jurisway.org.br.
3 - O JurisWay não interfere nas obras disponibilizadas pelos doutrinadores, razão pela qual refletem exclusivamente as opiniões, ideias e conceitos de seus autores.

Nenhum comentário cadastrado.



Somente usuários cadastrados podem avaliar o conteúdo do JurisWay.

Para comentar este artigo, entre com seu e-mail e senha abaixo ou faço o cadastro no site.

Já sou cadastrado no JurisWay





Esqueceu login/senha?
Lembrete por e-mail

Não sou cadastrado no JurisWay




 
Copyright (c) 2006-2021. JurisWay - Todos os direitos reservados