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RELAÇÕES DE PODER


Autoria:

André Barreto Lima


André Barreto Lima é Advogado, Mestre em Direito pela Universidade Federal da Bahia - UFBA, Especialista em Direito Civil pela Universidade Anhanguera, Economista pela Universidade Católica do Salvador - UCSAL, formado em Contabilidade e Pós Graduado em Gestão Contábil pela Universidade Federal da Bahia - UFBA, Membro de Instituto Brasileiro de Direito Tributário - IBDT. Possui diversos cursos nas áreas Pública e Privada, Ministrou aulas de Direito Civil atuando também como Consultor Empresarial nas áreas de Projetos, Auditoria, Tributária e Civil. Autor dos livros "Processo e Efetividade dos Direitos" e "Dano Moral" é também escritor de livros e diversos artigos científicos publicados nas áreas Jurídica, Econômica, Contábil, Planejamento, Social e Empresarial.

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Resumo:

Relações de Poder constantes no cotidiano dos indivíduos.

Texto enviado ao JurisWay em 31/03/2018.

Última edição/atualização em 07/04/2018.



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*Artigo Publicado no Site de notícias MBQNwes em 04/03/2018: http://mbqnews.com.br/relacoes-de-poder/

 

As pessoas demonstram-se intimidadas ou incomodadas pelas relações de Poder nas quais as mesmas estão inseridas sentindo-se coagidas ou abusadas principalmente em seu ambiente de trabalho ou no cenário político nacional, correlacionando Poder diretamente com Dinheiro.

Ocorre que as relações de Poder permeiam nosso cotidiano de uma forma muitas vezes imperceptível, dominando-nos em muitos casos de uma forma tão sutil que sequer percebemos que cedemos aos seus ditames.

Quem nunca sentiu-se persuadido a contribuir financeiramente ao encontrar uma pobre velhinha no meio da rua pedindo esmola. Os primeiros pensamentos são: “ela está no fim da vida e eu posso ficar assim” ou “ será que alguém não está olhando e vai me discriminar se eu não contribuir?”.

Outro grande exemplo é o do bebê recém-nascido; quem poderia deter mais Poder no mundo do que ele? Em um choro todos se movimentam para dar-lhe de comer, beber, trocar fraudas, eles são tão poderosos que sequer pensamos em não obedecer suas ordens.

Ora, quem consegue, de consciência limpar, deixar de contribuir com um pedinte em uma cadeira de rodas? Muita gente suspira um “uffa” por ter vidro fumê em seus veículos para ninguém enxergar sua abstenção, contudo, o medo de ser taxado socialmente ascende a pulsação jugular de muitos que não cedem a contribuição, não de coração, mas de certa forma imposta.

São várias as situações nas quais o indivíduo ver-se persuadido a simplesmente agir de tal forma ou aceitar determinado cenário, situações estas que na maioria das vezes não estão relacionadas a “quem é o chefe” ou “quem tem mais dinheiro”.

Não vamos muito longe, em uma relação conjugal, muitos cônjuges pensam duas ou três vezes naquela saidinha inocente com os amigos para uma partida de futebol ou um jogo de boliche na sexta a noite com medo da retaliação que sofrerá em casa, não pelo fato de “quem manda em casa sou eu ou ela”, mas pelo desgaste que vai sofrer por situações envolvendo desconfianças ou ciúmes.

Outro típico exemplo é o de dois antigos grandes amigos de trabalho que veem sua amizade ir por água abaixo quando um deles ascende profissionalmente subordinando o outro deixando-se contaminar pelo Poder que domina-o induzindo-o a mostrar quem manda e quem obedece.

A verdade é que na maioria das vezes, não podemos deixar de verificar uma característica muito peculiar relativa ao Poder simbolizada pelo velho jargão “não existe Poder inocente, o Poder oprime” e mais do que isso, em muitos casos domina quem está com ele em mãos, de forma a fazer com que despreze qualquer tipo de relação que não seja a de quem manda e quem obedece.

Ele está em todos os lugares, a todas as horas, nas situações mais complexas ou nas situações mais simples, faz parte de nosso cotidiano, é o importante e saber lidar com as relações de Poder, e quando o determos em nossas mãos, saber bem como o utilizar, pois hoje podemos o ter, mas amanhã aquele a quem oprimimos pode o deter e se utilizar dessa cruel arma contra nós.

André Barreto Lima

Advogado, Mestre em Direito pela Universidade Federal da Bahia – UFBA, Especialista em Direito Civil pela Universidade Anhanguera, Economista pela Universidade Católica do Salvador – UCSAL, formado em Contabilidade e Pós Graduado em Gestão Contábil pela Universidade Federal da Bahia – UFBA, Membro de Instituto Brasileiro de Direito Tributário – IBDT. Possui diversos cursos nas áreas Pública e Privada, Ministrou aulas de Direito Civil atuando também como Consultor Empresarial nas áreas de Projetos, Auditoria, Tributária e Civil. Autor dos livros Processo e Efetividade dos Direitos e Dano Moral é também escritor de livros e diversos artigos científicos publicados nas áreas Jurídica, Econômica, Contábil, Planejamento, Social e Empresarial.

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