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LIDERANÇA PARTICIPATIVA


Autoria:

Samya Nara Mendes


Advogada, Palestrante e Professora- graduada em Direito, licenciada em Pedagogia, Filosofia; Sociologia; Português/Inglês, especialista Direito Ambiental e Sustentabilidade; Direito Tributário, Educação para Diversidade, Psicopedagogia, Educação Especial e Inclusiva, Orientação e supervisão Escolar, Perícia e auditoria Ambiental, coordenadora do Programa PQA/NEAM/CIEPS/PROEX/UFU, Presidente da Comissão de Direitos Educacionais da 13ª subseção da OAB Uberlândia-MG, Membro das Comissões de Direito Constitucional e OAB Mulher, membro do Conselho Municipal de Educação Uberlândia/MG - faço parte da Diretoria do SINDUTE Uberlândia/MG - Associada a Câmara Ítalo-Brasileira de Comércio, Indústria e Agricultura, ABRADE, ABRACRIM, ASPEJUDI - Associação dos Peritos Judiciais, Árbitros, Conciliadores

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Resumo:

para ser um bom líder na gestão escolar democraticamente necessário observar princípios e as dimensões dessa liderança de forma ético profissional

Texto enviado ao JurisWay em 16/02/2018.



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Caixa de texto: Elementos para apoiar liderança em escolas eficazes
a)	Consenso sobre valores e objetivos.
b)	Planejamento de longo prazo.
c)	Estabilidade e manutenção do corpo docente.
d)	Apoio em âmbito municipal para a melhoria escolar.





LIDERANÇA PARTICIPATIVA

 

Papel da liderança do(a) diretor(a)

 

(...) As implicações das pesquisas sobre as escolas eficazes no desenvolvimento de países foram revisadas por Cohn e Rossmiler (1987).  Eles concluíram que embora exista consenso geral sobre o fato de a eficácia ser fortemente influenciada pelo administrador local, a ligação direta entre as características dos diretores de escola e os resultados dos estudantes (como medida de eficácia altamente restritiva) deve ser melhor estudada. Fuller (1987) notou, adicionalmente, a carência de estudos que examinassem o papel dos diretores na criação de um ambiente propício à aprendizagem nas escolas.

 

Deve-se ter em conta que a motivação, o ânimo e a satisfação não são responsabilidades exclusivas dos gestores. Os professores e os diretores trabalham juntos para melhorarem a qualidade do ambiente, criando as condições necessárias para o ensino e a aprendizagem mais eficaz, e identificando e modificando os aspectos do processo do trabalho, considerados adversários da qualidade do desempenho. As escolas onde há integração entre os professores tendem a ser mais eficazes do que aquelas onde os professores se mantém profissionalmente isolados (Little), 1987).

DIMENSÕES DE LIDERANÇA RELACIONADAS COM AS ESCOLAS EFICAZES

Caixa de texto: Elementos de liderança 
a)	Enfoque pedagógico do(a) diretor(a).
b)	Ênfase nas relações humanas.
c)	Criação de ambiente positivo.
d)	Ações voltadas para metas claras, realizáveis e relevantes.
e)	Disciplina em sala de aula garantida pelos professores.
f)	Capacitação em serviço voltada para questões pedagógicas.
g)	Acompanhamento contínuo das atividades escolares.

 

Caixa de texto: a)	Facilitador e estimulador da participação dos pais, alunos, professores e demais funcionários, na tomada de decisão e implementação de ações.
b)	Promotor da comunicação aberta.
c)	Demonstrador de orientação proativa.
d)	Construtor de equipes participativas.
e)	Incentivador da capacitação e desenvolvimento dos funcionários e de todos os da escola.
f)	Criador de clima de confiança e receptividade.
g)	Mobilizador de energia, dinamismo e entusiasmo.











CARACTERÍSTICAS DE UM LÍDER PARTICIPATIVO

 

            A liderança participativa é uma estratégia empregada para aperfeiçoar a qualidade educacional. É a chave para liberar a riqueza do ser humano que está presa dentro do sistema de ensino. Baseada em bom senso _ a delegação de autoridade àqueles que estão envolvidos na produção de serviços educacionais_, é construída a partir de modelos de liderança compartilhada, que são os padrões de funcionamento de organizações ao redor do mundo, com alto grau de desempenho.      

 

            A questão é: “As escolas podem realizar estas mudanças radicais?” Para uma grande parte, a natureza e o grau de participação de professores e de demais funcionários em escolas é determinado pelo estilo de liderança formal ou legítimo do líder: o chefe – a equipe técnico-pedagógica, o diretor ou o dirigente regional. O líder formal cria a atmosfera e dá o sinal apropriado para os seus funcionários de que a participação deles é realmente desejada.   

Caixa de texto: a)	Identificar as oportunidades apropriadas para a ação e decisão compartilhadas.
b)	Estimular a participação dos membros da comunidade escolar.
c)	Estabelecer normas de trabalho em equipe e orientar a sua efetivação.
d)	Transformar boas ideias individuais em ideias coletivas.
e)	Garantir os recursos necessários para apoiar os esforços participativos.
f)	Prover reconhecimento coletivo pela participação e pela conclusão de tarefas.










ESTRATÉGIAS PARA FACILITAR A PARTICIPAÇÃO

 (...) Outra forma de analisar a liderança participativa é através da observação das atividades pertinentes à liderança. Isto inclui criar e comunicar uma visão compartilhada, ganhar a confiança e o comprometimento organizacional, utilizar as competências da organização, desenvolver as equipes da organização e motivá-las.

Caixa de texto: a)	Criar com a comunidade escolar e comunicar a visão da escola.
b)	Desenvolver a confiança e o comprometimento de professores e demais funcionários com esta visão.
c)	Definir, em conjunto, objetivos da escola.
d)	Utilizar e canalizar as competências da escola para a efetivação de resultados.
e)	Desenvolver a equipe mediante acompanhamento e orientação coletiva contínua.
f)	Motivar a equipe da escola como um todo.











TAREFAS DO LÍDER PARTICIPATIVO NA ESCOLA

 

 (...) “Os dirigentes com os melhores índices de desempenho concentram sua atenção, primeiramente, no aspecto humano dos problemas dos seus subordinados no empenho em construir grupos de trabalho eficazes com objetivos desafiadores” (Likert, 1971).  

 

Os estudos sobre liderança participativa realizados por Rensis Likert, do Centro de Pesquisa da Universidade de Michigan, identificaram quatro aspectos de relevância:

a)      Apoio: comportamento que contribui para que o subordinado se sinta valioso e importante.

b)     Ênfase no objetivo: comportamento que estimula o entusiasmo em realizar o trabalho e produzir resultados.

c)      Facilitação do trabalho: remoção dos obstáculos e desvios, permitindo que os funcionários realizem seus trabalhos.

d)     Facilitação da interação: comportamento que viabiliza a transformação dos funcionários em uma equipe de trabalho.

 

Argumenta-se que o estilo ótimo de administração em ambientes escolares é aquele que combina a preocupação com a produção e a preocupação com as pessoas.  Eles contrastam estilos ineficazes de administração – que denominam como “administração de tomar conta” (caracterizada pela mínima atenção ao desenvolvimento institucional, com nenhum cuidado com as preocupações das pessoas, e “administração de autoridade-obediência” (caracterizada por um alto grau de preocupação com o desempenho institucional e por pouca preocupação com as pessoas) – com o estilo ótimo de administração que batizam como “administração em equipe”. Este estilo de administração mais eficaz é alcançado ao se enfatizar a integração institucional com os objetivos individuais, através do desenvolvimento de uma equipe com alto nível de desempenho.

 

LIDERANÇA PARTICIPATIVA E EM EQUIPE NO AMBIENTE ESCOLAR

 

            Um dia, enquanto estava caminhando pelos arredores de uma nova construção, Miguelângelo aproximou-se de dois artesãos. Ele se dirigiu ao primeiro e perguntou-lhe o que estava fazendo,  - “Senhor, eu estou quebrando estas pedras”, foi a resposta. Então, prosseguiu e perguntou a mesma coisa ao segundo. A resposta desta vez foi: “Eu sou parte de um grupo de trabalhadores e artesãos que está construindo uma catedral”. A tarefa era a mesma, mas a perspectiva, bem diferente. Da segunda, por certo, resulta toda a possibilidade de sucesso de qualquer empreendimento.

 

CRIANDO E COMUNICANDO UMA VISÃO

 

            Quando um líder envolve os outros em um trabalho, cria e desenvolve uma visão compartilhada. Liderança participativa cria uma visão compartilhada. O segundo pedreiro, abordado por Miguelângelo, havia sido inspirado pela visão compartilhada do objetivo do arquiteto. No seu livro, A quinta disciplina – arte, teoria e prática da organização de aprendizagem, Peter Senge define “a construção da visão compartilhada” como a primeira disciplina. O termo disciplina tem um significado especial – é o conjunto de práticas que uma pessoa adota em sua vida e com o qual passa a vida se capacitando. Construir uma visão compartilhada é um processo contínuo que objetiva criar uma força viva nos corações e nas mentes de todos os membros (Senge, 1995).

 

CONSTRUINDO UMA VISÃO

Caixa de texto: a)	Trabalhar junto à comunidade escolar para desenvolver a visão e os objetivos da escola.
b)	Promover reuniões formais e informais para refletir sobre a visão e os objetivos.
c)	Desenvolver uma ótica proativa e empreendedora.
d)	Definir uma entidade comum.
e)	Desenvolver o perfil da escola.

            Nas nossas entrevistas (Lück, 2001) com os professores, eles mencionam, frequentemente, que os líderes excepcionais nas suas vidas proporcionaram-lhes um entusiasmo contagioso que era transmitido a todos ao seu redor.

 

            Segundo eles, estes líderes enfatizam que é possível buscar uma situação melhor, que a organização pode fazer mais e, ainda, que é possível atingir o que outros podem considerar como um sonho impossível. Construir uma visão, necessariamente, implica o contato com os funcionários de todos os níveis de uma organização para ser possível compreender as suas preocupações.

 

DESENVOLVENDO A CONFIANÇA

 

            A confiança é o cimento fundamental que mantém uma organização unida, facilitando a boa comunicação, corrigindo ações ocorridas em momentos inoportunos, possibilitando o atendimento de objetivos e criando as condições para o sucesso organizacional.

 

            Sem confiança, desentendimentos rotineiros são interpretações como traições; ordens simples se tornam expressões ríspidas; os planos mais bem concebidos fracassam. Sem confiança, os indivíduos tomam como pessoais as críticas e buscam esconder os pontos fracos em seu desempenho. Sem confiança, a comunicação se torna pouco objetiva, vaga e defensiva, na medida em que os indivíduos brigam sobre questões que devem ser abertamente discutidas, caso a organização deseje ser eficaz. Sem confiança, assumir riscos, buscar inovações e ter criatividade são ações sufocadas (Culbert e McDonough, 1985, p.17-18).

 

            (...) Comunicação eficaz entre os lideres e os seus liderados é a base para a criação da confiança da interação entre líder e liderado. Os líderes têm que ser confiáveis, previsíveis e justos nas suas relações. Finalmente, os líderes constroem confiança ao dar poder aos seus liderados. Ao se trabalhar o desenvolvimento de um estilo eficaz de relacionamento com liderados, os líderes fortalecem o seu pessoal e a instituição, podendo criar um legado que irá durar por muito tempo (Gardiner, 1986).

 

            Identificar perspectivas de construção e construir com envolvimento a competência dos outros, é uma característica marcante do trabalho dos líderes participativos. (...)

           

UTILLIZANDO AMPLAMENTE AS COMPETÊNCIAS DA ESCOLA

Caixa de texto: a)	Construir com sua equipe a visão de futuro da escola.
b)	Definir equipes de liderança em áreas específicas.
c)	Comprometer os membros das equipes com o objetivo das áreas específicas e com sua participação nos propósitos gerais da escola.
d)	Manter a mobilização de interesses e esforços.

            DESENVOLVIENDO UMA EQUIPE

 

            O desenvolvimento de equipe é uma dimensão básica do estilo de gestão participativa. O diretor eficaz é um líder que trabalha para desenvolver uma equipe composta por pessoas que conjuntamente são responsáveis por garantir o sucesso da escola. A ênfase principal da liderança está no papel de ensino, pois o líder deve ajudar a desenvolver as habilidades nos outros, para que compartilham a gestão da unidade. A equipe modelo de liderança se assenta em três pedras fundamentais:

a)      A criação de uma equipe com responsabilidade compartilhada;

b)      O desenvolvimento contínuo das habilidades pessoais;

c)      A construção e a determinação de uma visão de conjunto.

Bradford e Cohen (1984) complementam:

Um leque totalmente novo de opções se abre, quando o líder se orienta por esta questão: como cada problema pode ser resolvido de modo que permita o desenvolvimento das capacidades e comprometimento dos meus companheiros de trabalho (p. 62-63).

Isto aumenta as chances das tarefas serem realizadas, com qualidade, na medida em que os associados buscam novas oportunidades, compartilham seus conhecimentos, descobrem os problemas em um estágio inicial, antes que se tornem críticos. Eles se sentem comprometidos em levar as decisões adiante, liderando a situação para níveis mais altos de motivação.

Caixa de texto: a)	Ensinar as habilidades necessárias para a participação eficaz.
b)	Proporcionar apoio e encorajamento para os integrantes da equipe.
c)	Modelar o comportamento de equipe eficaz.
d)	Promover contínua interação entre os membros.








DESENVOLVIMENTO DE EQUIPES

MOTIVANDO A EQUIPE DA ESCOLA

Caixa de texto: a)	Estabelecer na escola um sentido comum, de cumplicidade, de família, no desenvolvimento dos objetivos educacionais.
b)	Criar oportunidades para frequentes trocas de ideias, de inovações e criação conjunta no trabalho.
c)	Orientar as ações pedagógicas para que, conjuntamente, promovam a aprendizagem dos alunos e o desenvolvimento profissional do professor.
d)	Dar visibilidade e transparência às ações e seus resultados.  
     










CARACTERÍSTICAS DE DIRETORES PARTICIPATIVOS DE ESCOLAS

 

            Os líderes escolares eficazes, avaliados em pesquisas feitas com alunos e apontados por dirigentes educacionais, são capazes de empregar uma série de habilidades de liderança. Para começar, são propensos a definir objetivos claros que servem como fonte contínua de motivação. Eles expressam alto grau de confiança e receptividade com relação aos outros, como, também de tolerância em situações ambíguas. Isto permite que os membros da comunidade escolar sintam-se confiantes o suficiente para compartilhar informações abertamente, e para solicitar e ouvir ativamente o ponto de vista dos outros membros da comunidade escolar. Adicionalmente, os líderes eficazes de escolas desafiam continuamente pressuposições e processos estabelecidos, uma vez que têm a tendência a testar os limites dos sistemas, tanto de forma interpessoal, como organizacional. Finalmente, os líderes mais eficazes utilizam o estilo de administração participativa para envolver os outros no processo de mudança da escola (Blumberg e Greenfield, 1980).

Caixa de texto: a)	Definem objetivos claros.
b)	Exibem confiança e receptividade com relação aos outros.
c)	Discutem fatos abertamente.
d)	Solicitam e ouvem ativamente o ponto de vista dos outros.
e)	Convivem com situações ambíguas e com circunstâncias que mudam constantemente, aceitando-as.
f)	Utilizam a gestão participativa para conseguir a ajuda dos outros.










COMO AGEM OS DIRETORES EFICAZES

 

            O diretor de escola eficaz seleciona o estilo de liderança adequado de acordo com a situação. Além disso, trabalha, pacientemente, para construir as habilidades e desenvolver a experiência da equipe educadora, ao prover as orientações e as instruções necessárias, ao apoiar e, finalmente, ao delegar as decisões. Ao utilizar largamente as competências da escola para criar a visão positiva, o líder constrói a confiança solicitando e ouvindo os pontos de vista dos integrantes da comunidade escolar. Este líder trabalha para expandir a liderança de sua equipe, ao nutrir e manter viva esta faísca de liderança em qualquer momento que ela apareça entre os professores. Este tipo de diretor encoraja o desenvolvimento da liderança na sala de aula, o uso de ideias criativas, a experiência e o entusiasmo com o intuito de motivar toda a comunidade escolar a alcançar o seu ponto máximo de eficiência.

          


Caixa de texto: a)	Definição da missão: Você tira proveito de qualquer oportunidade para discutir os objetivos, os propósitos e a missão da escola com os seus professores, funcionários, alunos e pais, tornando-se visível no prédio da escola, reconhecendo o bom ensino e as conquistas dos alunos em cerimônias escolares formais e comunicando com entusiasmo as possibilidades futuras.
b)	Gestão de currículo: Você disponibiliza as informações e o apoio às necessidades dos professores no planejamento curricular, nas inovações e no desenvolvimento. Mais ainda, você trabalha para garantir o bom ajuste entre os objetivos curriculares e os testes de realizações. Você busca aumentar o seu conhecimento e o de sua equipe sobre métodos pedagógicos, de tal forma que possa tornar válidas e úteis as sugestões e as críticas sobre o trabalho dos seus professores e funcionários.
c)	Supervisão do ensino: Você dedica tempo em orientar os seus professores com ensinar, observando aulas e encorajando os funcionários a fazer o melhor no seu trabalho. Você instrui e aconselha os professores de uma maneira solidária, encorajando-os a definir objetivos que proporcionem o próprio crescimento profissional. Quando precisa criticar algum dos seus professores e funcionários, você se comporta como mentor ao invés de avaliador.   
d)	Monitoramento do progresso dos alunos: Você revisa os dados sobre o desempenho dos alunos com os professores e usa o levantamento das informações dos alunos para medir o progresso no sentido de atingir os objetivos da escola. Além disso, você fornece aos professores, com facilidade e rapidez, informações dos alunos e as utiliza para ajudar a determinar os pontos fortes e fracos no programa pedagógico da escola. 
e)	Promoção do clima pedagógico: Você encoraja os professores a tentar novas ideias, elogia e reconhece os professores por um trabalho bem feito e pede aos pais e alunos que façam o mesmo. Você reforça altas expectativas para realizações acadêmicas e estabelece e enfatiza orientações claras, sobre o assunto, nas políticas e nos procedimentos da escola. 


CHECKLIST PARA AVALIAÇÃO DE LIDERANÇA PEDAGÓGICA         

 
































Referência: LÜCK, Heloisa et al. Uma abordagem participativa para a gestão escolar. In: ___. A escola participativa: o trabalho do gestor escolar. 5 ed. Rio de Janeiro. DP. &A, 2001. 

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