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Preconceito no Brasil e no mundo e seu anseio pela homogeneidade


Autoria:

Ianna Dreissi Mendes Da Cunha


Estou cursando o último ano do ensino médio, pretendo fazer Enem para Direito e me aprofundar mais na língua Espanhola, toco teclado e estou apaixonando-me pelo mundo dos textos.

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Resumo:

Aborda algumas formas de preconceitos que a história do mundo carrega, revolucionários e solução.

Texto enviado ao JurisWay em 25/02/2017.



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A palavra preconceito é constituída por duas partes: pre, que dá ideia de algo anterior; e conceito, aquilo que se entende sobre algo. O preconceito é uma realidade desde o inicio da humanidade, se referindo ao lado filosófico, biológica, cientifico, em fim, europeia que considerava as populações não-europeias sendo selvagens privados ao conhecimento como humanos. O homo sapiens foi dividido em “uma hierarquia de raças”, encontrando-se no topo a raça europeia branca; Apresento-lhe então o eurocentrismo, no qual defende a superioridade dos seus padrões.

 

No livro “Rediscutindo a mestiçagem no Brasil”, o professor Kabengele Munanga demonstra como inúmeros autores clássicos utilizam as mais ensandecidas teorias racistas. Segundo ele: “Para Voltaire, é uma anomalia, fruto da união escandalosa entre duas raças de homens totalmente distintos”. Devemos ter a reflexão segundo o que defendia Boaventura de Sousa Santos, dizente que a compreensão do mundo excede muito do que a tradição cientifica considera importante.

 

A partir desses padrões formou-se fatos históricos como o nazismo, dizimação dos índios, citando o norte-americano, escravidão, políticas como apartheid que significa a separação entre brancos e negros; E também cito os revolucionários, que lutaram contra esses preconceito opressor, Nelson Mandela( na África do Sul) e Martin Luther King (EUA), formas de racismo que restringia a liberdade dos negros, mesmo sendo a maioria da população; O que ocorre também no Brasil, onde a maioria negra vive em subúrbios, marginalizados. O filme americano “Estrelas Além do Tempo”, representa a luta das mulheres, no caso negras, no meio cientifico e tecnológico( no filme, se passa na Nasa).

 

              “Quando eu era criança, havia um entendimento que me fazia achar que ciência e matemática    era uma área para meninos. Alguém mentiu para mim, porque essas mulheres existiram. Transformei em missão pessoal fazer esse filme, porque não quero que outra garota cresça acreditando nessa mentira”, afirma Taraji. Sua personagem, Katherine, foi a responsável pelos cálculos que fizeram John Gleen ser o primeiro americano a orbitar pela Terra.”

 

Episódios do tipo já ocorreram e continuam acontecendo no nosso Brasil, em escalas de maior ou menor proporção, todos os dias. Tomando por exemplo uma noticia que tinha como titulo: “Negra, pobre e de rede pública passa em primeiro lugar para medicina na USP”, frase totalmente racista, preconceituosa e humilhante, retrata uma realidade brasileira, em que o negro é visto como o pobre, o rede pública, o marginal; O que não deveria de forma alguma ocorrer, pois a educação, o conhecimento, o direito a universidade, a educação deveria ser comum a toda nação sem distinção de raças, género, etnia, entre outros. Podemos implantar a ideia da heterogeneidade da nossa população, nossa miscigenação não só brasileira, mas também mundial, com orgulho e respeito embasados na educação. Lembrar que a cultura europeia é europeia e que o mundo possui várias outras, deve-se amar suas particularidades e respeitar as demais, não precisamos de um mundo idêntico mais de um mundo que respeita as diferenças, que pra mim deixa tudo tão mais legal.

 

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