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PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E JURÍDICO


Autoria:

Rodrigo Marcal


Advogado formado pela Universidade Salgado de Oliveira, pós graduando em Direito Tributário. Sócio do escritório SALGADO e MARÇAL Advogados, militante na área de Direito civil, trabalhista e fiscal. Membro da AMCHAM.

Endereço: Rua 101, 156 - Qd. F17a
Bairro: Setor Sul

Goiânia - GO
74080-150

Telefone: 62 32242550


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Resumo:

Cada vez mais se faz necessário um planejamento estratégico e jurídico das empresas, para que consigam se manter ativas no mercado e possam expandir suas atuações.

Texto enviado ao JurisWay em 30/10/2010.

Última edição/atualização em 31/10/2010.



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No mundo de hoje, cada vez mais se faz frequente a ideia de planejamento. As empresas, principalmente, tem visto a necessidade de se organizarem de forma harmônica e estratégica, afim de sustentar o desenvolvimento de seus negócios.

Quando falamos em estratégia,  logo pensamos em como organizar idéias, para que possamos traçar caminhos e procedimentos que nos farão atingir determinado objetivo. Atualmente tem sido um tema de grande relevância, e abundantemente utilizado no meio empresarial e corporativo.

Em um ambiente econômico tão complexo e volátil como o existente nos dias de hoje, é normal que empresas passem por períodos de dificuldades e que tenham um acúmulo inesperado de prejuizos. O remédio  para este problema é o uso adequado das ferramentas de gestão, através das quais devem ser reavaliadas as estratégias financeiras, operacionais, de clientes, de mão-de-obra, e de procedimentos internos. Na grande maioria dos casos, após a implementação disciplinada de um conjunto de planos de ação, e um acompanhamento jurídico necessário, a empresa reencontra o lucro e a estabilidade.

Os proprietários de pequenas e microempresas, devem se atentar para o tema aqui proposto, tendo em vista que, se procuram um crescimento sustentável e em conformidade com o crescimento do mercado brasileiro, devem ter em mente que necessitarão se utilizarem deste processo de planejamento para que consigam driblar as dificuldades da concorrência, e se manterem firmes no segmento que operam. Só assim conseguirão os resultados que precisam para atingirem o crecimento de suas atividades.

O mais importante é que se faz necessário um processo de gestão, acompanhamento e estudo das legislações pertinentes, que combine os possíveis resultados das ações judiciais com os ajustes de gestão necessários à solução definitiva dos problemas do negócio. Não existem soluções mágicas. Existem soluções concretas que podem conduzir a atenuação dos impasses financeiros que colocam em risco a sobrevivência da empresa e de suas atividades, e consequentemente, de seu desenvolvimento.

 

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