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População Julga Políticos 2.


Autoria:

Luís Gustavo Bruno Piacesi


Bacharel Advogado, consultor jurídico, formado em 2004. Técnico em Transações Imobiliárias - Corretor de Imóveis, formado em 2011.

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Resumo:

A população é quem escolhe e vota em seus representantes, com isso, nada mais justo do que a mesma resolver o destino de sua comunidade, cidade ou seu Estado.

Texto enviado ao JurisWay em 23/02/2010.

Última edição/atualização em 19/03/2018.



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A população possui em suas mãos um poder de decisão muito importante e que, a cada dois anos, transfere esse "poder" a outras pessoas, teoricamente, aptas para exercerem a soberania popular.

Denúncias de corrupção são frequentemente noticiadas e, nada mais justo do que a própria população decidir o caminho a seguir para aquele(s) político(s) acusado de traição. Sim, a palavra a ser usada é traição, pois uma vez que há um eleito ocupando um cargo público graças ao seu eleitorado, deveria haver um respeito por tais cidadãos que pagam os altos impostos por eles - os políticos - aprovados ou reprovados.

Quem for pego em corrupção, ou em suspeita de estar envolvido em corrupção, deveria receber um "cartão amarelo" e ficar em quarentena, sem qualquer regalia. Seu suplente assumiria o cargo e trabalharia normalmente e havendo confirmação de que o político eleito fosse realmente culpado, o suplente passaria a ser o detentor daquele cargo e o culpado perderia além do cargo a que fora eleito, o direito de se candidatar por, pelo menos, quatro anos.

A população não seria Juiz obviamente, mas sim uma contribuinte da Justiça.

Se os políticos é que fazem as leis, obviamente eles não farão leis que os possam incriminar; tampouco não fariam leis  que não permitisse o foro privilegiado. Lógico que eles não querem ser punidos por suas bobagens e não querem perder o direito de se candidatarem novamente a um outro (ou mesmo) cargo público.

Aos bons políticos, que realmente querem fazer obras para o bem da população, que sejam sempre motivos de bons trabalhos em cada legislatura.
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