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SÃO PAULO – Tramita na Câmara
"Hoje, há uma grande quantidade de ofertas e facilidades de compra pela internet
Lei específica
A proposta em trâmite ainda obriga as empresas a manter um serviço telefônico gratuito para atender os consumidores e que funcione de acordo com as normas do call center (Decreto 6.523/08). E a home dos sites deverá trazer os dados dos estabelecimentos responsáveis por eles, que deverão possuir sede ou filial no Brasil.
Além disso, caso a oferta não seja validada por não atingir o número mínimo de participantes, a devolução dos valores deverá ocorrer em até 72 horas, de acordo com o PL do deputado João Arruda (PMDB-PR).
Ofertas aleatórias e sem planejamento
De acordo com Carla, talvez a proposta precise de algumas discussões para acertar um ponto ou outro. "Mas o que é indiscutível é que as empresas precisam não fazer ofertas aleatórias. Elas precisam fazer as contas para não ter problemas e conseguir atender a demanda. E é aí que está atrelada a questão da responsabilidade", alerta.
Afinal, as empresas têm de considerar que possuem outras demandas além daquelas da oferta. "Elas têm que suportar o ônus", aponta.
Um exemplo lembrado pela advogada do escritório Edgard Leite Advogados é o programa de milhas. "Quando você quer usar, você vê seu direito de uso limitado cada vez mais, a bel prazer da empresa", alerta. "Por isso, usar de maneira coloquial não tem conversa. É preciso planejar".
Apenas com autorização
Outro item contido no PL diz que os dados sobre ofertas e promoções só poderão ser enviados a clientes cadastrados no site e que tenham autorizado o recebimento de informações por e-mail.
Com a proposta, João Arruda espera regulamentar um mercado novo no Brasil, que vem crescendo agressivamente desde o ano passado.
"É importante que o vínculo criado entre os sites de compra coletiva, os estabelecimentos e os consumidores seja transparente", explica o deputado, segundo a Agência Câmara. "O consumidor deve ser informado sobre as condições e os detalhes dos produtos e serviços oferecidos, as regras para sua utilização e entrega".
O projeto será analisado por quatro comissões: de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Defesa do Consumidor; de Finanças e Tributação; de Constituição e Justiça e de Cidadania.
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