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CIDADES SUSTENTÁVEIS E SUA EFETIVAÇÃO EM ÁREAS DO INTERIOR DO CEARÁ


Autoria:

Kayke Figueiredo


Graduando em Direito pelo Centro Universitário Doutor Leão Sampaio(Unileão), Juazeiro do Norte-CE, cursando o nono período da mesma.

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Resumo:

O presente resumo expandido, faz um estudo acerca das cidades sustentáveis e seu desenvolvimento aplicado em áreas do interior do Ceará, zonas desprovidas de tecnologia.

Texto enviado ao JurisWay em 04/02/2018.

Última edição/atualização em 19/02/2018.



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Centro Universitário Doutor Leão Sampaio - Unileão

 

 

 

 

 

 

 

CIDADES SUSTENTÁVEIS E SUA EFETIVAÇÃO EM ÁREAS DO INTERIOR DO CEARÁ

 

 

 

Francisco Kayke de Figueiredo Alves

Marcos Vinicius Monteiro de Almeida

 

 

 

 

 

 

 

Juazeiro do Norte-CE

 

2017

Francisco Kayke de Figueiredo Alves

Marcos Vinicius Monteiro de Almeida

 

 

 

 

 

CIDADES SUSTENTÁVEIS E SUA EFETIVAÇÃO EM ÁREAS DO INTERIOR DO CEARÁ

 

 

 

Projeto de Pesquisa apresentado ao Curso de Direito do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio, a ser utilizado como forma de avaliação parcial da disciplina Direito, desenvolvimento e sustentabilidade ministrado pela professora Francilda Alcantara Mendes.

 

 

 

 

 

 

 

Juazeiro do Norte-CE

2017

Ao analisar os passos da evolução humana verifica-se que o termo “smart” está cada vez mais atrelado ao cotidiano do homem, trata-se de uma geração que se utiliza amplamente do desenvolvimento tecnológico para melhorar as condições de vida. Um exemplo perfeito para descrever tais fatos são as “smart cities”, ou as cidades inteligentes.

No entanto faz-se mister diferenciar um pouco o conceito de cidades inteligentes e cidades sustentáveis. Nas primeiras, a base primordial e norteadora será a tecnologia, devido aos avanços tecnológicos nos últimos anos. Enquanto nas demais, cidades sustentáveis, a base norteadora será a qualidade de vida do meio ambiente, em sentido amplo, abrangendo a natureza, a sociedade, economia, política e até mesmo o ambiente de trabalho. Contudo, a junção das duas espécies poderá efetivar mais fácil e eficiente o desenvolvimento sustentável de uma cidade.

Mantendo o foco na sustentabilidade, as cidades inteligentes surgiram no final dos anos 90, a partir do momento em que o homem se preocupa com a insustentabilidade e a qualidade de vida humana. Entre o desenvolvimento versus crescimento, surge o meio termo sustentabilidade, atrelado com o desenvolvimento tecnológico, proporciona uma gestão ampla de uma cidade. Sendo possível que a cidade inteligente seja vista em todos os seus aspectos, como economicamente, politicamente e habitacional, tornando possível após um estudo aprofundado definir quais pontos merecem destaque para que se possa garantir um desenvolvimento sustentável da mesma.

Não é nova a discussão sobre a escassez ambiental, entretanto, as smart cities tem por objetivo preservar as zonas verde de seus territórios, trata-se de uma gestão avançada tecnologicamente sobre o território onde é capaz de apontar uma estratégia a ser seguida para que se possa manter um desenvolvimento sustentável e uma excelente qualidade de vida para a geração presente e futura.

Percebe-se que as cidades inteligentes são uma incrível ferramenta para garantir o desenvolvimento sustentável, inclusive garantindo uma qualidade de vida adequada, uma ótima maneira de se utilizar da tecnologia para gerir detalhadamente nossos espaços habitacionais.

 Sempre observando alguns princípios como o princípio da dignidade da pessoa humana e o princípio da solidariedade intergeracional, as cidades sustentáveis sempre objetivarão a qualidade de vida humana, para as presentes e futuras gerações, de maneira equilibrada para não causar prejuízos ao meio ambiente.

Contudo, a aplicação da sustentabilidade não é dever único das cidades sustentáveis, há de se observar que os cidadãos também possuem uma quota parte na efetivação de tal objetivo. Pois não adianta garantir uma cidade em equilíbrio com o meio ambiente e seus cidadãos não terem consciência da importância da sustentabilidade. Então é de suma importância para efetivação da sustentabilidade, a existência de políticas públicas para toda a população conscientizando os mesmo sobre o desenvolvimento sustentável.

Outro importante tópico que merece uma alarmante atenção é o do Impacto populacional. Estima-se que o número da população mundial gire em torno de 7,3 bilhões de habitantes e que o ultimo bilhão aumentou na última década. Dado alarmante, que gera uma ampla discussão sobre tal crescimento desenfreado e como garantir uma qualidade de vida adequada para a presente e a futura geração populacional. Além do que, com a revolução industrial, o foco de moradia das populações saiu da zona rural e migraram para a zona urbana, o que tendenciosamente acontece com mais frequência ainda nas últimas décadas.

Após mencionar a revolução industrial, vale ressaltar que fora adotado após o mesmo, adotou-se um modelo econômico capitalista pelos países desenvolvidos e subdesenvolvidos, ocasionando um paradigma de consumismo. Onde a população fora incitada a desenvolver gradativamente um modelo de consumismo exagerado, vindo a explorar de maneira desenfreada os recursos naturais. Contudo, no século atual busca-se romper tal paradigma e incentivar o paradigma da sustentabilidade, onde um dos vários objetivos é usar de maneira sustentável os recursos naturais presentes pensando no futuro.

Há de se mencionar que as cidades sustentáveis possuem vários aspectos diferentes dos demais modelos de sociedade. Um deles se trata do abastecimento de alimentos, onde a própria cidade, produzirá os alimentos necessários para sua população, ou seja, a cidade irá se manter com os próprios recursos, sem exageros, se tornando autossuficiente. Gerando reflexos econômicos para a mesma, que poderá investir em si, de acordo com as necessidades populacionais. Também, vale ressaltar que há um planejamento adequado para evitar o conturbado tráfego urbano. Onde se é investido mais em áreas verdes e transportes alternativos que ocasionem em uma redução no percentual de poluição da área.

Ao se tratar do termo “smart cities” que hoje é bastante atual e pertinente para a organização e desenvolvimento do meio em que se vive, sempre de forma inteligente e sustentável, torna-se necessário um olhar especifico sobre a aplicação desses projetos, métodos visíveis em algumas cidades do interior que aderiram ao tema. Aspectos sobre mobilidade, tecnologia, inovação, empreendedorismo, governança, educação, energia meio ambiente, segurança econômica e economia.

Cidades do interior q investem em infraestrutura, meio ambiente traz em sua essência um modelo “smart” de organização, cidades que fazem uso de tecnologias de informação com objetivo de se tornar cada vez mais eficiente sempre respeitando o meio ambiente.

Cada gestor de sua cidade pode implantar os métodos a serem seguidos pelos moradores, como aplicativos que tragam maior informação sobre meio ambiente, saúde, saneamento básico, cartilhas de prevenção, com isso como já abordado no texto cada cidadão será responsável por sua parte no desenvolvimento equilibrado do meio em que está inserido.

Pequenos centros, cidades interioranas se tornam ainda mais fáceis de ser monitoradas e organizadas pois com pouca aglomeração são mais acessíveis as informações as cidades “smart” embora já em implementação e aceitação pelos seres humanos ainda é uma utopia aos olhos dos pesquisadores pois dependem da conscientização de todos em promover o bem comum de uma coletividade.

              A implementação de políticas públicas nas pequenas cidades, nos mostra como estão se aperfeiçoando ao desenvolvimento sustentável e equilibrado, políticas de resíduos sólidos e saneamento básico é uma forma visível já em andamento nas cidades do interior, é uma junção do útil ao agradável pois gera empregos e melhora a qualidade de vida dos cidadãos sempre de forma a preservar os recursos naturais já existentes.

                Com a ajuda de tecnologias e mecanismos na aplicação de políticas de melhoria preservacionistas as cidades interioranas largam na frente das demais, a praticidade em relação a mobilidade do dia a dia torna a utopia em realidade graças a ajuda de todos.

               O que sempre se percebeu em relação a cultura de crescimento e consumo do homem em convívio social foi uma cultura de destruição, pois o que se visava era o consumo acelerado dos recursos naturais de forma a comprometer o meio ambiente, aquecimento global, efeito estufa, se tornaram normais nos noticiários do dia a dia sempre de  forma avassaladora, é nos anos 90 que o homem muda de lado agora surge a figura do homem preservacionista com a mesma essência de consumo, porem de forma sustentável garantindo através de tecnologias, estatuto das cidades e políticas públicas  o futuro das presentes e futuras gerações.

               Agora as pequenas cidades surgem como auto suficientes   produzem a sua própria matéria de consumo, sempre buscando o cuidado com os recursos naturais promovem mecanismos de preservação geram empregos melhoram a qualidade de saúde dos cidadãos, pautados em regras politicas sócias que interagem com o homem um de seus principais personagens na implementação e intensificação desse projeto.

               Calcula-se que para o começo próximo século todas as cidades do interior já tenham aderido ao projeto das cidades “smarts” pois o planeta a cada dia nos mostra que precisa de cuidados com os recursos naturais e o homem vai se tornando refém disso, como uma junção de interesses surge deveres mútuos, que proporcionaram o consumo a mobilidade urbana a preservação das área verdades o lazer de forma inteligente e saudável.

             O tema trabalhado traz uma visão genérica e especifica do que são as cidades inteligentes e sustentáveis sempre relacionada com o termo “smart”, a aplicação nas cidades interioranas e objetivo pretendido, com isso se torna mais fácil a aplicação do tema de grande importância na prática do dia a dia, pois é dever de todos preservar os recursos naturais e meio ambiente de forma a garantir um futuro melhor sem tantas catástrofes e desorganização para as gerações existentes e as que ainda estão por vir.


 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 

1.      CHACON, S. SALGUEIRO. O sertanejo e o caminho das águas: políticas públicas, modernidade e sustentabilidade no semi-árido. Série BNB Teses e Dissertações Nº 8.  Fortaleza: Banco do Nordeste, 2007;

2.       VIA REVISTA. Santa Catarina: Universidade Federal de Santa Catarina e EGC, 1ª edição, setembro de 2016-;

3.      PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS. Rede Nossa São Paulo, Rede Social Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis e Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social. Disponível em: <http://cidadessustentaveis.org.br/>. Acesso em 06 de set. 2017;

 

4.      A ONU e o meio ambiente. Organização das Nações Unidas. Disponível em: <https://nacoesunidas.org/acao/meio-ambiente/>. Acesso em 10 de set. 2017.

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