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“A orientação sexual, o local onde a pessoa mora e a atividade profissional não podem ser alvo de manifestação de preconceito e discriminação durante a triagem e coleta de sangue”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante a cerimônia do Dia Mundial do Doador de Sangue, em Brasília.
O ministro Padilha participou das comemorações na manhã desta quarta-feira, no Hemocentro de Brasília, ao lado do diretor da instituição, José Villaça, do governador Agnelo Queiroz e do diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano.
Padilha comentou que a Portaria nº 1.353 do Ministério da Saúde, que estabelece os critérios para doação de sangue e foi publicada também na data em que se homenageia o doador, não traz qualquer menção que possa ser entendida como discriminatória. “Pelo contrário, amplia a faixa etária, que passa a ser de 16 a 68 anos”. Antes, a idade mínima para doação era de 18 anos, e a máxima, 65.
Os doadores que mais colaboraram com o Hemocentro, Lourival Alves Gomes, com 52 doações, e Jair Minervino, com 48 doações, receberam das mãos do ministro e do governador certificados de agradecimento da campanha Essa Corrente Precisa de Você. Doe Sangue.
O ministro da Saúde afirmou ainda que o governo fez um investimento de 55 milhões de dólares para viabilizar a produção nacional do teste NAT, que identifica em menor tempo a presença dos vírus da Hepatite C e da Aids no sangue. Esse kit está em fase de teste, período que antecede sua distribuição nos hemocentros do país.
O teste de Ácido Nucléico nacional, conhecido pelas iniciais da sua sigla em inglês (NAT - Nucleic Acid Testing), foi desenvolvido por meio de uma parceria com o investimento e o apoio do Ministério da Saúde e do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Biomanguinhos/Fiocruz).