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A democratização do ensino e o acesso ao computador


Autoria:

Marcos Antonio Duarte Silva


Doutorando em Ciências Criminais, Doutorando em Teologia e Mestre em Filosofia do Direito e do Estado(PUC/SP), Mestre em Teologia, Especialista em Direito Penal e Processo Penal(Mackenzie), Especialista em Filosofia Contemporânea; Especialista em Psicanálise, formação em Psicanálise Clínica, Psicanálise Integrativa e Psicanálise Análise e Supervisão Licenciado em Filosofia, formado em Direito,Jornalista, Psicanalista Clínico,Professor de Pós Graduação.

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Resumo:

A democratização do ensino é uma frase bonita, cativante e muito linear, contudo, de longe não está ligada à realidade brasileira e quiçá, mundial, uma vez que o acesso ao computador que em tese traria a "democratização" não é uma realidade.

Texto enviado ao JurisWay em 04/06/2024.



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Resumo: A democratização do ensino é uma frase bonita, cativante e muito linear, contudo, de longe não está ligada à realidade brasileira e quiçá, mundial, uma vez que o acesso ao computador que em tese traria a “democratização” não é uma realidade em boa parte no mundo e no Brasil não é diferente, basta observar os dados das pesquisas que apontam uma realidade cruel em muitos lugares ermos, de difícil acesso, inclusive a internet, sem a qual, a informação não chega e nem cumpre seu papel, aqui pode se dividir as responsabilidades pela ausência da internet, uma vez que é papel do governo providenciar acesso à educação (se referindo ao acesso da informação), deveria este calcar meios para que as empresas provedoras deste serviço pudessem chegar a estes lugares de difícil acesso, contudo, aí a responsabilidade compartilhada, estas entidades privadas, não demonstram muito interesse em estabelecer conexões nestes apriscos pelo pouco ou quase nenhum retorno financeiro, o que por si só é um problema ilimitado.

Palavras Chaves: Democratização. Educação. Internet. Computador. Informação. 

Abstract: The democratization of education is a beautiful, captivating and very linear phrase, however, it is by far not linked to the Brazilian and perhaps global reality, since access to the computer, which in theory would bring about “democratization” is not a reality in much of the world and in Brazil it is no different, just look at the research data that point to a cruel reality in many remote places, difficult to access, including the internet, without which, information does not reach and does not fulfill its role, Here, responsibilities for the absence of the internet can be shared, since it is the government's role to provide access to education (referring to access to information), it should provide means so that companies providing this service can reach these difficult to access places However, there is shared responsibility, these private entities do not show much interest in establishing connections in these folds due to little or almost no financial return, which in itself is an unlimited problem.

Keywords: Democratization. Education. Internet. Computer. Information.

 

1.    Introdução

O presente texto procura demonstrar a ineficiência em se afirmar que há uma democratização, especificamente na Educação, reestabelecendo a verdade sobre o acesso que os rincões do Brasil, e no mundo, não recebem da internet, principal responsável em retransmitir condições de acesso a plataforma de ensino.

Há de se afirmar que realmente a internet pode e deveria chegar a qualquer canto do planeta, mas esta não é uma verdade presente.

Ao contrário do que se alardeia-se, há muitas limitações sobre o alcance da internet em muitos lugares, fazendo com que o acesso não seja possível.

E a bem da verdade, estes lugares de difícil acesso, são os que também há dificuldades de locomoção o que dificulta também o acesso ao ensino tradicional, ou seja, o presencial.

Desta forma, se percebe que nem a nova tecnologia chega de forma acessível, nem a forma tradicional cumpre seu papel de oferecer educação superior de qualidade aos que tem interesse.

Assim se vê que o papel da educação não tem sido alcançado e que muitos demonstrativos já foram admitidos.

Um caso muito recente foi a pandemia que desafiou todo acesso em horários próprios, condicionados de aula, sobrecarregando a rede de internet, ora chegando um sinal precário que caia várias vezes ao longo de uma aula, por exemplo, bem como muitas vezes, em ocasião de chuva, nem se conseguia a conexão necessária.

Para além deste exemplo, regiões do Nordeste Brasileiro, Norte e outras regiões com presença de muitas fazendas, sítios e chácaras, o sinal não se fazia presente, muito embora houvesse a “presença” da chamada internet rural.

Desta forma, o grande teste da internet resultou em uma dificuldade tremenda, sem contar as plataformas lotadas que tiveram que serem dimensionadas, em pleno uso, trazendo também prejuízo a educação.

Com toda esta descrição, nada ficou mais patente do que os preços exorbitantes cobrados pelo fornecimento deste serviço criando novo abismo aqueles que com dificuldade pagavam a mesma mensalidade do presencial, sem contudo, desfrutar da mesma qualidade deste serviço, o que promoveu novamente desvalia a prestação de serviço.

Diante destes aspectos ainda vigente, se pergunta; quais mudanças foram implementadas para um acesso mais efetivo a educação? As plataformas estão mais acessíveis e modernas? A qualidade do ensino a distância pode ser comprovada? E enfim, é possível uma mudança total a este método de ensino?


2.    Encarando a realidade virtual

É inegável que o conteúdo reproduzido pela internet em seus múltiplos sites é muito grande, variado e substancial.

As condições possíveis para se obter conhecimento de forma líquida e contingente é avassaladora.

Contudo, a questão virtual não passa apenas por estes critérios, passa pela capacidade de pensar, de raciocínio lógico, para a utilização desta rede de informações em toda sua plenitude, o que na realidade não é uma verdade nem de longe.

Com acesso a muitos conteúdo de alta qualidade, há de se afirmar que a rede também tem servido para uma brutal torrente de desinformações, tão alta e tão vital, que não é incomum se confundir informações verdadeiras, de ótima procedências, com desinformações das mais variadas formas.

Exemplos não faltam, em todas as áreas, usando novamente da pandemia e a questão de informações, quantas destas foram incutidas de forma irresponsável sobre a questão das pesquisas sobre o vírus, sua procedência, suas manifestações, a forma de transmissão, e confrontações inclusive com os testes disponíveis para diagnosticar.

Um arsenal partindo de muitos interesses fornecia dados mentirosos, sobre vacinas, seus efeitos, inclusive colaterais, e como poderia matar ao invés de curar.

#FAKE Vacinação é parte de um plano de redução da população mundial. Não são verdadeiras as informações que circulam no Telegram que dizem que as vacinas são responsáveis por mortes e fazem parte de um plano para diminuir a população no mundo. Vários estudos já mostraram que os imunizantes são seguros e salvaram milhões de vidas durante a pandemia. Vale lembrar que as vacinas foram aplicadas, com segurança, em quase 70% da população mundial. (https://butantan.gov.br/covid/butantan-tira-duvida/tira-duvida-fato-fake)

Um exemplo vívido, e até criminoso que circulou muito à vontade é respondido pelo Instituto Butantan, desmentindo inverdades proliferadas pela rede.

Em vídeo transmitido pelo Facebook, uma médica tira dúvidas sobre as vacinas contra a Covid-19, alegando que elas são mais perigosas do que o vírus em si. A médica afirma que as vacinas não têm segurança, pois foram testadas apenas em populações sadias e elaboradas com atropelamento de fases, sem aprovação da Anvisa. Ela alega também que o Brasil não tem expertise no uso da tecnologia RNA mensageiro, o que faz com que as vacinas elaboradas com base nessa tecnologia possam vir a provocar doenças genéticas em pessoas saudáveis. Por conta disso, os imunizantes, segundo ela, colocariam a população em risco. A médica afirma, ainda, que crianças, idosos e quem teve a doença não foram testados. Segundo a pneumologista da ENSP, todas as vacinas disponibilizadas e autorizadas por grandes agências de regulação, como a Anvisa, no Brasil, passaram pelas fases regulares de pesquisa 1, 2 e 3, antes de sua liberação. Portanto, não houve supressão de fases, conforme defende a médica no vídeo. (https://informe.ensp.fiocruz.br/noticias/51261)

Outra irresponsabilidade esta gravação, apresentando dados nenhum, evoca que as vacinas não são seguras e que não passaram pelos testes necessários para sua aprovação. Um verdadeiro desserviço, uma vez que ficou patente a diminuição do número de casos e inclusive de mortes. Referendando contra fatos não há argumentos.

Nesta linha se faz mister repensar se o uso indiscriminado, sem checagem, sem filtro e sem padrão da internet, pode ou não causar desinformação.

É evidente que sim.

E por conseguinte na senda da educação pode se obter o mesmo resultado, afinal, quem garante que as informações, ensino, esclarecimentos e cursos são os melhores por estarem na rede?

Para tanto há algo que se deve fazer sem cessar, que é pesquisar, e aqui não é apenas jogar um assunto no “google” e ver os resultados. A pesquisa séria e construtiva não é rápida, não é singela e não pode ser sem critério.

Pesquisa que muitos dizem fazer não é como pesquisar preços de produtos, isso qualquer um faz. Pesquisar é verificar a procedência da informação, fontes, sites seguros ou não, o veículo que transmite, o nível de compromisso com a seriedade, se há respeito na comunidade cientifica daquele que fala, e por há segue.

O primeiro passo é não ter pressa, pesquise com seriedade, retirando seu conceito, ou preconceito da pesquisa.

Segundo, verifique o site, é evidente que sites de universidades sérias (e todos sabem quais são), são altamente recomendadas (e se não sabe pesquise este tema), isso serve para jornais, jornalistas e pesquisadores, médicos, especialistas e assim por diante.

Terceiro, permita-se aprender e reaprender, assim sendo, ao entrar numa área de pesquisa que não é a sua de formação, não se empolgue, você não é especialista por fazer uma boa pesquisa sobre. Aprenda e divulgue o resultado usando de parcimônia, pois mesmo uma boa pesquisa não tem a palavra final em muitos assunto.

E por fim, quarto, revise toda a pesquisa ao pensar que terminou, reveja os sites, releia, para verificar se entendeu certo, e contraste com outras informações para chegar a um denominador comum.

Um bom site é este https://olhardigital.com.br, claro use com critérios, e sem dúvida há muitos outros que também são muito bons. O importante é não se focar em um único.

Importante, as redes sociais hoje e quase sempre, não é uma fonte das mais confiáveis, por isso, contraste o que se lê, assiste e está publicado ali. Verifique!

Destarte. ao se tratar de democratização precisa se entender o que este termo expande em seu uso.

Entre os significados apresentados este é o que se aproxima melhor; “Ato de tornar acessível a todas as pessoas e classes; popularização: democratização da Internet”. (Https://www.dicio.com.br)

Como se pode verificar, a internet está longe de ser acessível a todos e em todos os lugares.


3.    Inovação é desconstruir o usado?

Um dos problemas da informatização “on line” é desejar desconstruir o que já existia entes.

É certo que o advento da internet traz consigo uma gama muito grande de possibilidades, uma vez que, inova trazendo realidades que antes não se poderia nem em sonho transmitir.

Alcança informações de forma rápida e efetiva no que tange novidades, atualidades.

Contudo, a sem dúvida alguma condições que foram transmitidas num passado recente que pode sim ser mantida em nome da eficiência.

Uma das práticas importantíssimas é a capacidade de pensar e raciocinar.

Daí a pergunta muito importante, como motivar o aluno a guardar o que aprendeu (não decorar), se em segundos ele pode revisitar a internet e buscar novamente a resposta?

Este quem sabe é o desafio de encorajar os aprendizes a buscar mais e melhores aprendizados e reterem para si, para poder transmitir sem o uso contínuo da internet.

E para tanto se faz necessário aí sim, um programa levado a efeito para se alcançar isso. Será que aqueles responsáveis pensam nisso?

Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), busca garantir o acesso à internet de qualidade com fins educacionais em todas as escolas do País, utilizando a Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec). Para isso, os estados estão fazendo uma repactuação dos planos de ação, visando definir como esses recursos serão utilizados em conformidade com a Lei n. 14.640/2023, que alterou a Lei n. 14.172/2021 sobre a garantia de acesso à internet com fins educacionais para os alunos e professores da educação básica pública.  (https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/janeiro/mec-atua-para-garantir-acesso-a-internet-nas-escolas#:~:text=O%20Minist%C3%A9rio%20da%20Educa%C3%A7%C3%A3o%20(MEC,Escolas%20Conectadas%20(Enec).).

Entendendo, “garantir acesso à internet de qualidade”, para se tornar realidade, o governo federal está solicitando que as Unidades Federativas (estados) através de suas secretarias de educação providencie programas que demonstre a necessidade de cada escola dentro de seu território, usando de estratégia local para tal fato.

Há aqui alguns problemas; primeiro através deste programa gerado pela a unidade federativa a União (governo federal) repassará verbas para estes que apresentarem estas estratégias planificadas, a pergunta é quem fiscalizará o uso destas verbas?

Segundo, quem garante que como vitrine, como que não vai ocorrer sistematicamente, o uso apenas nas capitais e grandes cidades, para equipar algumas escolas (e não as que realmente necessitam), para demonstrar o uso do dinheiro público. Novamente, quem fiscalizará?

E por fim, terceiro, quem fornecerá o material on line, ou seja, quem produzirá este material voltado a política de educação do ensino básico e médio?

A todas as indagações a lei faz silêncio absoluto.

Nesta base se percebe a falta de um planejamento e até não é demais dizer falta de propósito, pois por exemplo quando se cria um novo imposto, todas as diretrizes, detalhe especificamente citados, para que não haja fuga de recursos, isto porquê a arrecadação mantém a chamada máquina funcionando.

E novamente se faz necessário afirmar, todos os governos tratam de maneira protocolar a educação, assinam leis, fazem programas, mas de uma forma geral incorrem no grave problema de não fiscalizar, não detalhar a chamada estratégia para que realmente o projeto saia do papel.

Nesta esteira a história pode se dizer que se repete, afinal, a ausência, ou um política mais rigorosa na educação, e não aconteça que na primeira crise da Unidade Federativa, se confiscar do orçamento as verbas da educação reduzindo o repasse e lançando, não raras as vezes em despesas gerais.

Esta afronta a inteligência se renova costumeiramente de forma constrangedora, demonstrando a pouca importância dada a educação e seus efeitos positivos na sociedade.


4.    O que a lei propõe

O acesso à educação é Constitucional e todas as leis no bojo do ordenamento jurídico, não só incentiva como aponta para punições caso esta égide não seja alcançada.

Nesta esteira de normatização existe a obrigação do Estado em oferecer e a obrigação dos pais e/ou responsáveis em proporcionar condições para que esta norma seja alcançada.

Contudo, na era da informatização esta distância entre o possível e o real tem se alargado tanto, que o cumprimento desta normativa tem se distanciado frente aos novos desafios.

Não se trata apenas de fazer com que a criança, adolescente vá a escola, trata-se também de oferecer ferramental neste espaço educacional, para que haja acesso as novas tecnologias.

Então ao invés de livros, se faz necessário um computador, rede de internet, professor, ou tutor que conduz o aluno aos caminhos de uso, manuseio e também de todo este equipamento de forma a aprender como navegar, como pesquisar, como tirar o maior proveito de todo este equipamento.

Ocorre que há barreiras em várias localizações do país, para alcançar estes equipamentos e quando estes são alcançados em muitos casos o acesso à internet é muito difícil e complicado.

Em face deste novo fenômeno vertical, se demonstra facilmente que a democratização passa, como muitas coisas, pela vontade política em tempos que não haja por exemplo eleições, quando há evidente cerceamento desta vertente.

Outrossim, a clara demonstração de ausências de políticas públicas efetivas, não teóricas como se pode observar no MEC, criando e gerando documentos apenas com intenções no início de cada governo, contudo, não efetivando ou envidando esforços para romper estas e outras barreiras.

Com isso o quadro que se tem é desolador, afinal, vemos gerações após gerações em um atraso sistêmico, atrasando e limitando o acesso à informação.

Inevitavelmente, se percebe que a lei não pode e não tem como criar sanções para os responsáveis em não conduzir o processo em realidade, muito pelo contrário é perceptível que nada atinge a estes que assumem pastas nos ministérios e que vez ou outra, para não dizer sempre, acondiciona recursos que deveriam chegar aos rincões aos grandes centros como vitrines, sem nada lhe acontecerem.

 Então a resposta a indagação se há democratização ao acesso a computador e internet, continua a mesma de anos atrás: não há.


Considerações Finais

Para que haja a democracia em sua plenitude no ensino através da internet se faz necessário o imprescindível acesso, primeiramente do computador.

Ora, parece ser simples, porém, não o é.

Outrossim, se faz imperioso depreende de visualizar a questão com uma lente bifocal, acesso a internet e espaço e profissionais capazes de atender esta demanda.

Então não é só o computador se faz necessário ter acesso à internet, uma vez que sem ela, pouco ou quase nada se pode fazer em termos de evolução de aprendizado.

Além disso, é necessário professores que ensinem, como usar e quais as melhores ferramentas a serem utilizadas para alcançar melhor êxito nesta empreitada.

E após tudo isso, ainda é importantíssimo se manter todo este aparato atualizado, tendo em vista da velocidade que a tecnologia atingiu atualmente.

Ou seja, os componentes, computador e internet, se aperfeiçoam de maneira muito veloz, não sendo possível se manter os equipamentos por muitos anos, eles precisam de renovação periódica e constante, caso contrário, não alcançara sua eficácia.

Não se trata de requerer algo de primeiríssima linha, se trata de cuidado mesmo, uma vez que estes equipamentos estarão sendo usado por vários alunos, e isto sem dúvida já deve ser uma preocupação quanto ao estado físico destes.

Então é certo que demandará manutenção, e também haverá necessidade de se pensar em produção de conteúdo.

O conteúdo usado numa tela de computador não pode ser estática, preta e branca e sem vida, deve possuir dinâmica, colorido e inovação, para que cative-se a ensinar e desejar-se aprender.

Também é necessário de um espaço que tenha uma temperatura controlada, pois os equipamentos são sensíveis ao calor e o seu excesso.

Tudo isso junto, pode e irá proporcionar um ambiente agradável, acessível para o aprendizado.

 

Referências Bibliográficas

https://butantan.gov.br/covid/butantan-tira-duvida/tira-duvida-fato-fake)

https://www.dicio.com.br

https://informe.ensp.fiocruz.br/noticias/51261

https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/janeiro/mec-atua-para-garantir-acesso-a-internet-nas-escolas#:~:text=O%20Minist%C3%A9rio%20da%20Educa%C3%A7%C3%A3o%20(MEC,Escolas%20Conectadas%20(Enec).).

https://olhardigital.com.br

 

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