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O "litígio" nosso de cada dia


Autoria:

Adriana Oliveira Santos


Advogada, formada pela FMU (2015), Pós Graduada em RH pela USCS (2009) e graduada em Biomedicina pela Universidade Metodista de São Paulo(2007).

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Resumo:

Uma breve reflexão sobre as brigas que enfrentamos com nosso "eu".

Texto enviado ao JurisWay em 14/11/2016.

Última edição/atualização em 23/11/2016.



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Segundo o site Infopédia, o verbo transitivo e intransitivo “litigar” significa:

1 – DIREITO- entregar uma questão ou queixa aos tribunais no sentido de obter apreciação e decisão sobre uma determinada situação; contestar judicialmente; ter litígio; demandar

2-entrar em disputa; opor-se (a)

 E quando nos vemos diante de uma situação da vida em que estamos demandando perante nosso próprio ser?

Hoje, vou abordar o mundo jurídico de uma forma mais holística, digamos, sem aqueles jargões que fazem com que as pessoas questionem em que mundo alguns advogados(as) vivem, se eles se alimentam rs.

Na vida, assim como acontece nas  “brigas” submetidas à apreciação de um Estado-Juiz, precisamos estar preparados para argumentar, para buscar uma “aprovação” da sociedade, dos nossos familiares, dos nossos amigos e até, quem diria, daqueles que por “n” motivos não simpatizam conosco.

Buscamos solucionar demandas de altíssima complexidade no nosso dia-a-dia,  assim, verdades absolutas que possuíamos há 2,3,10 anos, passam a ser questionadas em prol de um “processo” que muito nos preocupa e conforta ao mesmo tempo: o processo de evolução.

Nesse” litígio” incessante precisamos muitas vezes perder em 1ª, 2ª instâncias, para então, ter nossos “sonhos” (o que seriam “pedidos” em uma demanda judicial), parcial ou integralmente atendidos.

Os julgamentos das partes envolvidas durante esse longo “processo” surgem, como não poderia deixar de ser, e é preciso melhorar o embasamento teórico, buscar um conhecimento mais aprofundado sobre os temas que compõem  a lide.

É preciso, não raramente, opor-se aos padrões praticamente “impostos” (muitas vezes é o nosso cérebro que se sente pressionado, é verdade) pela nossa cultura, pela nossa mente, pela sociedade.

Mas também é preciso ouvir os oponentes, eles têm muito a nos ensinar.

 

Litigar com nosso próprio “eu” envolve decisões, que de tão sutis, parecem imperceptíveis, envolve abnegação, perdão, auto-controle.

Muitas vezes precisamos recorrer ao Supremo Tribunal Federal pois nossas defesas anteriores não convenceram muitas vezes nem a nós mesmos..

Quero dizer com tudo isso que não importa em que fase do processo cada um se encontra, quantas vezes teve que se explicar ou se tremeu diante do “juiz” da vida, no fundo, há um modo de obtermos pequenas vitórias, ainda que essas pinceladas suaves sejam visíveis somente para o condutor de cada “processo”.

É preciso ver beleza no processo, é preciso lutar como se fôssemos um ser despido de cicatrizes, de derrotas, de passado.

É preciso litigar ao lado Dele.

 Sozinhos, seremos “nadas”. Nenhum ser humano é tão auto suficiente que possa suportar a tudo. De duas uma: ou ele perdeu seus sonhos ou a sua pobreza de espírito não o permite enxergar o óbvio: a vida é uma dádiva.

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