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A INFLUENCIA DA COMPETIÇAO ESPORTIVA ESCOLAR


Autoria:

Ademilson Galdino Da Silva


Ademilson Galdino da Silva Celular: (11) 9549-72603 Email:ademilsongaldinoadv@gmail.com Formação Universitária:  Bacharel em Educação Física / Universidade Paulista UNIP  Bacharel em Pedagogia / UNIBAN  Bacharel em Direito / UNIESP FAD - Diadema Pós-Graduação Universitária Especialização e Mestrado:  Pós Graduado latusensu em Esporte escolar - Universidade Federal de Brasília  Pós Graduado latusensu em Administração e Marketing esportivo - Universidade Gama Filho  Pós Graduado latusensu em Direito Penal e Processo Penal - Faculdade Legale  Mestrado Internacional em Políticas Públicas de Educação / Mestrado Internacional em Ciências da Educação, pela Unigrendal. Extensão Universitária:  X Conferência da Criança e Adolescente - Novembro de 2014  Logica Jurídica / OAB - Maio /2013  Responsabilidade Medica Hospitalar /OAB -

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Resumo:

RESUMO: O presente artigo tem por foco apresentar o processo de desenvolvimento das crianças na competição esportiva escolar: a realização do objetivo de quem participa de competição escolar, e também demonstrar objetivos e serem alcançadas.

Texto enviado ao JurisWay em 11/07/2016.



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A INFLUENCIA DA COMPETIÇAO ESPORTIVA ESCOLAR

                                                                                  Ademilson Galdino da Silva

 

RESUMO: O presente artigo tem por foco apresentar o processo de desenvolvimento das crianças na competição esportiva escolar: a realização do objetivo de quem participa de competição escolar, e também demonstrar objetivos e serem alcançadas com o esporte, as condições grupo etários, etnias, sexo, pré-requisitos físicos, graus de desenvolvimento do comportamento diante da situação de conflito, risco, medo, coragem, condições de saúde, perturbações, capacidade intelectual, conhecimento da matéria, motivação, interesse no esporte. A proposta tem inspiração nas teorias preconizadas sobre a atuação dos protagonistas envolvidos na condução da aprendizagem das nossas crianças, ressaltando a importância de respeitar as fases de desenvolvimento dos movimentos fundamentais, não se deixando levar por interesses específicos e defendendo o direito da criança de ter uma infância saudável e prazerosa de forma lúdica e sem cobrança de resultados.  

Palavras-Chave: Esporte, Pais, Técnicos, Motivação, Idade, Competição.

ABSTRACT: This article is focused to present the children's development process in the school sports competition: the realization of the goal of those who participate in school competition, and also demonstrate objectives and be achieved with the sport, the age group conditions, ethnicity, gender, pre Prerequisites physical, degrees of development of behavior in the conflict, risk, fear, courage, health, disorders, intellectual capacity, knowledge of the subject, motivation, interest in the sport. The proposal has inspired the recommended theories about the role of the protagonists involved in conducting the learning of our children, stressing the importance of respecting the development phases of the fundamental movements, not carried away by special interests and defending the right of the child to have a healthy and pleasurable childhood play and without charging results.

Keywords: Sport, Parents, Coaches, Motivation, Age, Competition

Graduado em Educação Física , Pedagogia e Direito; Pós-Graduado em Marketing esportivo e Esporte Escolar  pela Universidade Federal de Brasília e Universidade Gama Filho ,São Paulo. 

 

INTRODUÇÃO

Este estudo apresenta uma analise  sobre a atuação dos protagonistas envolvidos na condução da aprendizagem das nossas crianças, ressaltando a importância de respeitar as fases de desenvolvimento dos movimentos fundamentais, não se deixando levar por interesses específicos e defendendo o direito da criança de ter uma infância saudável e prazerosa de forma lúdica e sem cobrança de resultados.  

Atualmente, dentro do contexto esportivo, podemos notar em diversas situações uma orientação equivocada por parte de profissionais da educação física com pequenos atletas, sendo que estes, querem apenas brincar ou se divertir através do esporte, conflitando com os interesses de pais e treinadores esportivos ansiosos por performance e resultados positivos precoces destas crianças.

A relação estabelecida entre o esporte e as sociedades carentes, que geralmente se encontram na periferia das grandes cidades, apresenta hoje um distanciamento e falta de oportunidades, sendo que estas comunidades já enfrentam preconceitos sociais, culturais, carências afetivas, emocionais, além dos conflitos pessoais e interpessoais.

Dentro deste contexto social caótico de relações humanas e distorções de valores socioculturais, o esporte tem o papel de assumir a responsabilidade como mecanismo transformador de comportamento, transmissor de cultura.

 

Fase de Iniciação Esportiva I

A fase de iniciação esportiva I corresponde ao período da 1.ª a 4.ª séries do Ensino fundamental, atendendo crianças da primeira e segunda infâncias, com idades entre 7 e 10 anos. O envolvimento das crianças nas atividades desportivas deve ter caráter lúdico, participativo e alegre, a fim de viabilizar o ensino das técnicas desportivas, estimulando o pensamento tático.       Todas as crianças devem ter a possibilidade de acesso aos princípios educativos dos jogos e brincadeiras, influenciando positivamente o processo ensino-aprendizagem. Neste contexto devemos evitar, nos jogos desportivos coletivos, as competições antes dos 12 anos, às quais exigem a perfeição dos movimentos ou gestos motores e também grandes soluções táticas.

Participação em atividades variadas com caráter recreativo

Paes (1989) pontua que, no processo evolutivo, essa fase - participação em atividades variadas com caráter recreativo - visa à educação do movimento, buscando-se o aprimoramento dos padrões motores e do ritmo geral por meio das atividades lúdicas ou recreativas. Hahn (1989) propõe, com base nos estudos de Grosser (1981), o desenvolvimento das capacidades de coordenação, velocidade e flexibilidade, pois esse é o período propício para o início de desenvolvimento. As crianças encontram-se favorecidas, aproximadamente entre 7 a 11 anos, em função da plasticidade do sistema nervoso central, e as atividades devem ser desenvolvidas sob diversos ângulos: complexidade, variabilidade, diversidade e continuidade durante todo o seu processo de desenvolvimento.

 Weineck (1999) diz que as crianças da faixa etária de 7 a 11 anos demonstram grande determinação para as brincadeiras com variação de movimentos e ocupam-se de um percentual significativo de jogos, que formam de maneira múltipla. Este fato nos faz acreditar que se deve proporcionar, então, um ambiente agradável para que o desenvolvimento ocorra sem maiores prejuízos, ou seja, as crianças devem aprimorar o padrão de movimento cuja execução objetive apenas a estimulação para que, assim, a criança construa o seu próprio repertório motor sem nenhuma sobrecarga.

Fase de Iniciação Esportiva II

A fase de iniciação esportiva II é marcada por viabilizar os jovens à aprendizagem de várias modalidades esportivas, atendendo crianças e adolescentes da 5ª à 7ª séries do Ensino Fundamental, com idades aproximadas de 11 e 13 anos, correspondente à primeira idade puberal. Partindo do princípio de que a fase de iniciação esportiva I visa à estimulação e à ampliação do vocabulário motor por intermédio das atividades variadas específicas, mas não especializadas de nenhum esporte, a fase de iniciação esportiva II dá início à aprendizagem de diversas modalidades esportivas, dentro de suas particularidades.

Aprendizagem diversificada de modalidades esportivas

Neste ponto é necessário abordar a importância da diversificação, ou seja, a prática de várias modalidades esportivas que contribuem para futuras especializações. Oliveira e Paes (2001) são  favoráveis à diversificação dos conteúdos de ensino em uma modalidade, evitando, todavia, a repetição dos mesmos, que acarretaria na estabilização da aprendizagem, empobrecendo o repertório motor dos praticantes.

Neste período, consolida-se o sistema de preparação em longo prazo, pois é importante não se perder tempo para evitar a estabilidade da aprendizagem. Para Weineck (1991), além da ótima fase para aprender, na qual as diferenças em relação à fase anterior são graduais e as transições são contínuas, as capacidades coordenativas dão base para futuros desempenhos.

Segundo Paes (2001), os conteúdos de ensino a serem ministrados nesta fase são os conceitos técnicos e táticos dos desportos: basquetebol, futebol, futsal, voleibol e handebol, nos quais devem ser contemplados, além desses conteúdos, finalizações e fundamentos específicos. Existe também, a necessidade de trabalhar os exercícios sincronizados e o "jogo", que deve tomar a maior parte do tempo nos treinamentos. Com isto, o ensino-aprendizagem contempla as regras que devem ser simplificadas, nas quais a tática, "razão de fazer", contribui para a aprendizagem da técnica, "modo de fazer", e vice-versa.

Teodorescu (1984) afirma que os aspectos físicos do desenvolvimento morfofisiológico e funcional podem ser desenvolvidos com as influências positivas do jogo no processo de aprendizagem e prática. Deve-se, então, apropriar-se do aumento da intensidade nas aulas e nos treinamentos em relação aos espaços dos jogos, visando ao desenvolvimento da capacidade aeróbia, base para outras capacidades. A velocidade de reação, mudança de direção e parada brusca, já desde a fase anterior, deve ser aprimorada, melhorando o controle do corpo. A flexibilidade deve ser desenvolvida de forma agradável, sempre antes das sessões de treinamento, pois se alcançam, nessa fase, períodos ótimos de sensibilidade de desenvolvimento. O tempo dedicado ao treinamento, segundo Gomes (1997), gira em torno de 300 a 600 horas anuais, das quais apenas 25% do tempo é dedicado a conteúdos específicos e 75% aos conteúdos da preparação geral.

Nos conteúdos de ensino, a ênfase deve ser dada ao desenvolvimento da destreza e habilidades motoras, sem muita preocupação para as performances de vitórias, haja vista que, a capacidade de suportar as experiências nos jogos na infância e início da adolescência é facilitada pela compreensão simplificada das regras e pelo valor relativo dos resultados das ações e não simplesmente pelos títulos a serem alcançados.

No processo de formação esportiva, além dos dirigentes, pais e árbitros, o técnico é o responsável pela estruturação do treinamento. Ele deve conhecer os fatores que envolvem a iniciação esportiva e a especialização dos jovens praticantes, contribuindo decisivamente na existência de um ambiente formativo-educativo na prática esportiva (Mesquita, 1997).

Desta forma, o esporte, como conteúdo pedagógico na educação formal e não formal, deve ter caráter educativo (Paes, 2001). O apoio familiar, o suprimento de parte das necessidades básicas, incentivos, as competições, as possibilidades de novos amigos e as viagens são motivos pelos quais muitos adolescentes continuam na prática esportiva após a aprendizagem inicial. Deste modo, a fase de iniciação esportiva II requer uma instrução com base no modelo referente ao esporte culturalmente determinado. Neste sentido, torna-se imprescindível, para a prática dos jogos desportivos coletivos, uma sistematização dos conteúdos periodizados pedagogicamente, na qual o professor/técnico desempenha papel fundamental no processo de aprendizagem e na busca do rendimento.

Nesta fase, a escola é o melhor local para a aprendizagem, pois além dos motivos já citados, no ambiente escolar, o professor terá controle da freqüência e da idade dos alunos, facilitando as intervenções pedagógicas. No âmbito informal, como no clube desportivo, isso pode não ocorrer, mas a função do professor/técnico do clube deve propiciar à criança o mesmo tratamento pedagógico que esta recebe na escola, para facilitar o desenvolvimento dos alunos/atletas.

Fase de Iniciação Esportiva III

As habilidades técnicas, como exposto anteriormente, os jogos e as brincadeiras, nas fases de iniciação esportiva I e II, objetivam a aprendizagem da manipulação de bola, passe-recepção, entre outras, e no domínio corporal, a agilidade, mobilidade, ritmo e equilíbrio; dando início à formação tática e ao aperfeiçoamento das capacidades físicas - coordenação, flexibilidade e velocidade - que constituem as bases para a fase de iniciação esportiva III, a qual possui, como conteúdos, a automatização e o refinamento da aprendizagem, preparando os alunos/atletas para a especialização.

Neste momento do processo, a iniciação esportiva III é a fase que corresponde à faixa etária aproximada de 13 a 14 anos, que abrange as 7ª e 8ª séries do ensino fundamental, passando os atletas pela pubescência. Enfatizamos o desenvolvimento nesta fase, da automatização e do refinamento dos conteúdos aprendidos anteriormente, nas fases de iniciação esportiva I e II, e a aprendizagem de novos conteúdos, fundamentais neste momento de desenvolvimento esportivo.

Automatização e refinamento da aprendizagem anterior

Nesta fase do processo, o jovem procura, por si só, a prática de uma ou mais modalidades esportivas por gosto, prazer, aplicação voluntária e pelo sucesso obtido nas fases anteriores. Neste sentido, os atributos pessoais parecem ser fundamentais para o aperfeiçoamento das capacidades individuais. A idade e o biótipo, além da motivação, são elementos determinantes para a opção por uma ou outra modalidade na busca da automatização e do refinamento da aprendizagem dos conteúdos das fases anteriores, buscando a fixação em uma só modalidade.

Weineck (1991) reconhece que a seleção dos atletas adolescentes é feita com base nas dimensões corporais e na qualificação técnica, além dos parâmetros fisiológicos e morfológicos. As condições antropométricas, além dos fatores afetivos e sociais, exercem uma influência significativa na detecção de futuros talentos. Desta forma, a preparação das capacidades técnico-táticas ocupauma parte relevante do treinamento, contudo, consideramos o desenvolvimento dos atletas aliado a outros fatores, como o desenvolvimento das capacidades físicas. O objetivo é desenvolver, de forma harmônica, todas as capacidades, preparando os adolescentes para a vida e para posteriores práticas especializadas.

Gallahue (1995) pontua que, nesta fase, acontece a passagem do estágio de aplicação para o de estabilização,que fica para o resto da vida. Neste contexto, Vieira (1999) afirma que ocorre, nessa fase da aprendizagem, um ensino por sistema parcialmente fechado (prática). Assim, o plano motor que caracteriza o movimento a ser executado, bem como as demais condições da tarefa, já estão prioritariamente definidos, e almeja-se o aperfeiçoamento. Isso significa que, a partir da aprendizagem de múltiplas modalidades, a prática motora é uma atividade específica. Quer dizer, cada modalidade desportiva coletiva, requer dos indivíduos alguns requisitos relacionados a demandas específicas das tarefas solicitadas. O próprio jogo coletivo, por meio de seus conteúdos, tem a finalidade de aperfeiçoar a velocidade de reação, a coordenação, a flexibilidade e a capacidade aeróbica dos pré-adolescentes.

Em relação aos conteúdos de ensino, Paes (2001), em sua abordagem escolar, propõe que, além das experiências anteriores, outras sejam apreendidas pelos atletas, tais como as situações de jogo, os sistemas ofensivos e também os exercícios sincronizados, cujo principal objetivo é proporcionar aos alunos a execução e a automatização de todos os fundamentos aprendidos, isolando algumas situações de jogo. Com base neste pensamento, deve-se iniciar a organizações tática, ofensiva e defensiva sem muitos detalhes. As "situações de jogo" devem ser trabalhadas em 2x1, 2x2, 3x3 e 4x3, possibilitando aos alunos/atletas a oportunidade de praticar os fundamentos aprendidos em situações reais de jogo, com vantagem e desvantagem numérica.

 

 

CONCLUSÃO

A  aprendizagem, pressupõe uma motivação que não condicione a capacidade de reflexão  da criança, mas que a ajude a construir sua herança cultural.

O esporte escolar quando praticado de forma lúdica, recreativa ou cooperativa, acrescenta nas crianças experiência e vivencias, ais quais contribuem para o desenvolvimento das mesmas.

Em relação aos conteúdos de ensino, Paes (2001), em sua abordagem escolar, propõe que, além das experiências anteriores, outras sejam apreendidas pelos atletas, tais como as situações de jogo, os sistemas ofensivos e também os exercícios sincronizados, cujo principal objetivo é proporcionar aos alunos a execução e a automatização de todos os fundamentos aprendidos, isolando algumas situações de jogo.

Observar as fases de desenvolvimento motor é essencial para as crianças assimilarem as experiências e vivencias de forma segura, para que não ocorra nenhum tipo de lesão ou frustração marcantes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Referências

 

GALDINO ,S . A. Analise da competição escolar precoce, Monografia de pós graduação latu sensu –UNB,São Paulo  2007.

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OLIVEIRA, V. O processo do desenvolvimento do talento: O caso do basquetebol. XII Congresso Brasileiro de Ciência do Esporte, 2001, Caxambu, Anais… p. 198.

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OLIVEIRA, M. Desporto de base. São Paulo, 1998.

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GALLAHUE, D.L., OSMUN, J.C. Understanding Motor development: Infants, Children, Adolescenters, Adults, Dubuque: BROWM & BENCHMARK PUBLISHERS, 1995, pág. 570.

PAES, R.R. Aprendizagem e competição precoce: "O caso do Basquetebol", Campinas :Editora da Unicamp,1992.

PAES, R.R. Aprendizagem e competição precoce: "O caso do Basquetebol", Universidade Metodista de Piracicaba: Dissertação de Mestrado, 1989. 

PIAGET,J. O Juízo Moral na criança . 2° ed.São Paulo:Summus,1994

TUBINO,M.J.G. Metologia cientifica do treinamento desportivo. Rio de janeiro:  Ibrasa, 1984.

VIGOTSKY,L.S. A formação Social da Mente.São Paulo:Martins Fontes,1994.Pensamentos e linguagens ,São Paulo:Martins Fontes,1991.

______________.; WRISBERG, C.A. Aprendizagem e performance motora: uma abordagem da aprendizagem baseada no problema. Porto Alegre: Artmed, 2001.

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WEINECK, Jurgen. Treinamento Ideal. 9º edição, São Paulo: Manole, 1999.

TEODORESCU, L. Problemas de teoria e metodologia nos jogos desportivos. Lisboa: Livros Horizonte, 1984.

 

 

 

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