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E o cartório, como fica?


Autoria:

Gustavo Rocha


Advogado Pós-Graduado Gerente jurídico por 4 anos Membro da comissão especial de Processo Eletrônico da OAB/RS Membro da comissão especial de Fiscalização e Ética Profissional da OAB/RS Membro da comissão permanente de Acesso a Justiça do Conselho Federal da OAB Implanta gestão e softwares jurídicos desde 1997 Sócio da Consultoria GustavoRochacom, inscrita no CRA/RS 003799/O Presta exclusivamente consultoria nas áreas de gestão, tecnologia, marketing jurídico e processo eletrônico. 10 anos de consultoria direcionada em escritórios e departamentos jurídicos no Brasil e Portugal Mais de 2000 artigos publicados no portal www.gustavorocha.com Canal no Youtube (gustavorochacom) com aulas, palestras e dicas práticas Palestrante e professor convidado de universidades e cursos de Pós-Graduação pelo país nas áreas de gestão, tecnologia, marketing jurídico e processo eletrônico Contato direto: gustavo@gustavorocha.com

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Resumo:

E o cartório, como fica? #ColunaOnOffnoEV

Texto enviado ao JurisWay em 11/09/2019.



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Mais uma coluna publicada no portal Espaço Vital de minha autoria, que divido com vocês:

A tecnologia no Judiciário vem crescendo bastante, são inteligências artificiais em quase todos os tribunais do país, ideias de robôs-juízes, entre tantos outros planos de auxílio para enfrentar o crescente número de processos, a falta de material humano e recursos para julgá-los.

 

Um interessante projeto em Guarulhos (SP) nos trouxe mais uma tecnologia ON a este manancial já existente. Uma tecnologia que irá literalmente substituir a mão de obra humana: os robôs que automatizam funções cartorárias.

 

E este robô já trouxe resultados financeiros expressivos: Baixou de 600 mil processos de execução fiscal para 200 mil processos e ainda extinguiu mais de 200 mil execuções. E o que ele faz?

 

Algumas atividades do robô:

+ Cadastro e digitalização de documentos;

+ Cadastro e juntada de petições intermediárias;

+ Alocação de processos para um usuário;

+ Carregamento de processos na fila do fluxo de trabalho;

+ Análise de pedido de citação por edital e conferência de texto;

 

Ou seja, o robô manda e desmanda no serviço cartorário!

 

E isto é bom? Claro! Tudo que é repetitivo – como o ser humano servindo apenas para carregar papel e carimbar – o robô faz, 24 horas por dia, 7 dias por semana, sem café, sem pausas para ir ao banheiro, sem faltas.

 

Então não precisamos de seres humanos? Outro erro! Precisamos – e muito – do material humano. Entretanto, cada vez mais, de seres humanos pensantes, ativos em atitudes e focados em resultados e soluções para o propósito do negócio.

 

E qual o propósito do cartório? Gerir o processo com celeridade para o julgamento, além de respeitar tudo que é inerente a fluxos processuais. Assim, quanto mais a tecnologia identificar gargalos que podem ser resolvidos rapidamente, o ser humano pode focar noutros planos.

Por que esperar anos por um carimbo de trânsito em julgado? Meses para uma juntada de petição? Dias para conclusão ao juiz?

 

Vamos deixar a máquina ajudar no que ela pode ser útil e nos concentrarmos em soluções viáveis aos litígios, inclusive fora do Judiciário.

FONTE 
HTTPS://ESPACOVITAL.COM.BR/PUBLICACAO-37253-E-O-CARTORIO-COMO-FICA

 

#FraternoAbraço #GustavoRocha
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