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Janeiro coincide com volta às aulas e reajuste de tarifas; alta é maior desde junho de 2008
Esses movimentos de alta são contínuos e medidos em porcentagem, para identificar o quanto os preços já haviam subido e o quanto continuaram a crescer de uma semana a outra. Na média geral, a inflação na cidade de São Paulo subiu de 0,85% para 1,16% da segunda para a terceira semana deste mês. É o maior dado desde junho de 2008.
Os aumentos de janeiro coincidem com a volta às aulas e com os reajustes das tarifas no começo de ano: o item educação passou de alta de 2,07% para 3,48%; transportes, de 2,32% para 3,52% - só o ônibus do paulistano passou a custar R$ 2,70 no dia 4 de janeiro. Antes, valia R$ 2,30.
Além desses dois setores, os gastos com alimentação também subiram de 1,26% para 1,66% de uma semana a outra.
A média geral de aumento só não foi maior porque ficou compensada pelas quedas dos preços nos grupos despesas pessoais (de 0,57% para 0,48%) e saúde (de 0,29% para 0,14%). E o item vestuário já apresentava deflação (variação negativa), pois os preços estavam caindo em 0,42% e diminuíram em 0,49% na última semana.
Vale destacar que passar de 0,57% para 0,48% não significa o fim da inflação do grupo, e sim, um aumento menor do que o registrado anteriormente. Os preços nos itens de despesas pessoais, por exemplo, tiveram aumento de uma semana a outra - nesse caso, cresceram 0,48%, menos que o aumento registrado antes, de 0,57%. Já quando a deflação cresce, aí sim é queda nos preços. No caso de vestuário, as liquidações de janeiro estão derrubando o valor dos produtos, que ficam mais baratos de uma semana a outra.
Os gastos com o grupo habitação permaneceram estáveis (0,15%).
