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O exercício da advocacia isolada deve ser exercida de forma destemida. Na seara de garantir os direitos, não raras vezes o advogado incorre em conflitos com princípios pessoais religiosos que causam um dissabor profissional.
Texto enviado ao JurisWay em 16/07/2011.
PRINCIPIOS CRISTÃOS E A ADVOCACIA
O exercício da advocacia isolada deve ser exercida de forma destemida e deve atender aos direitos do cliente contratante. Na seara de garantir os direitos, não raras vezes o advogado incorre em conflitos com princípios pessoais religiosos que causam um dissabor profissional.
Abstract : The practice of law alone should be exercised in a fearless and must meet the customer's rights. In the field of ensuring rights, often the lawyer incurs personal religious principles of conflicts that cause a professional dissatisfaction.
Résumé :La pratique de la loi seule doit être exercé dans un intrépide et doit respecter les droits du client. Dans le domaine des droits de s'assurer, souvent l'avocat encourt personnels principes religieux des conflits qui causent une insatisfaction professionnelle.
Palavras chave: princípio cristão - advocacia – conflitos
O advogado está inserido na sociedade como um formador de opiniões capaz de defender os menos favorecidos e, infelizmente capaz de barrar a legislação vigente e evitar que transgressores paguem pelos erros cometidos.
Ser advogado é estar pronto para assumir posicionamento que às vezes contrariam seu próprio pensamento. A advocacia, como elenca o próprio ordenamento deve ser exercida de forma destemida, vejamos:
Art. 6º Não há hierarquia nem subordinação entre advogados, magistrados e membros do Ministério Público, devendo todos tratar-se com consideração e respeito recíprocos.
Parágrafo único. As autoridades, os servidores públicos e os serventuários da justiça devem dispensar ao advogado, no exercício da profissão, tratamento compatível com a dignidade da advocacia e condições adequadas a seu desempenho.
Art. 7º São direitos do advogado:
I - exercer, com liberdade, a profissão em todo o território nacional;
Do texto da lei extrai-se que não existe hierarquia entre advogados e demais colegas de trabalhos dos órgãos estatais nos quais estes se relacionam diariamente.
A classe advocatícia se orgulha destes artigos, mesmo sabendo que existem transgressões por todo país contra os direitos e prerrogativas, mas falar em ausência de hierarquia e destemor deve se estender esta interpretação. A referida atitude destemida pode compreender também em ser honesto e abrir mão de valorosos honorários quando a causa versar sobre algum crime que quem o cometeu deve pagar perante a sociedade. Auxiliar com postergações processuais de transgressores da lei humana, tão somente trai aos princípios cristãos existentes e joga a ética ao vento.
Para o Doutor em direito David Teixeira de Azevedo o advogado cristão deve “estabelecer linha fronteiriça entre a verdade e o exercício do direito de defesa. Devem caminhar juntos, inseparáveis. Mas que verdade? A verdade histórica tal qual reproduzida na investigação preliminar e no processo.”
O advogado deve enfrentar o caso concreto ao lado de quem sofreu injustamente ou teve seu direito afligido. Ser conivente com transgressores em “jogadas” processuais para ganhar tempo ou até mesmo excluir a punição é uma verdadeira afronta à literalidade bíblica. Os conceitos que pregamos por um mundo melhor todos os dias dentro de casa para nossa família, é completamente diferente do que às vezes se produz nas peças processuais, e isso não é saudável e nem benéfico.
O advogado é essencial à justiça, assim diz a carta Magna, e logo se transforma em uma peça chave, contribuindo para uma sociedade melhor e mais justa. Deve então o advogado cristão se atentar sempre em não coadunar com transgressores da lei positivada, pois a carreira destemida é vinculada a punição divina na qual não haverá habeas corpus a disposição.
Elaborado em Julho de 2011
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