Últimos artigos
Um bom acordo é quando tudo se encaixa 23/07/2014
Adiantamento do 13º salário: ajuda financeira que pode ser bem-vinda 23/07/2014
Norma da ABNT em vigor há um ano restringe reformas em imóveis novos 23/07/2014
Inscrições para o Sisutec começam a partir desta segunda-feira 21/07/2014
Saiba fazer a transferência de dívida de carro ou imóvel para outra pessoa 21/07/2014
ingressos na Copa foram maior reclamação no Procon estadual 21/07/2014
Estudar no exterior já é realidade da classe C 21/07/2014
Além do 'efeito Copa': produtos e serviços no Rio subiram até 143% entre os Mundiais de 2010 e 2014 21/07/2014
Norma da ABNT em vigor há um ano restringe reformas em imóveis novos 21/07/2014
Caixas eletrônicos serão substituídos por banco 24 horas 21/07/2014




Texto enviado ao JurisWay em 31/08/2012.
![]() |
A Câmara analisa o Projeto de Lei 3337/12, do deputado José Otávio Germano (PP-RS), que obriga as concessionárias e permissionárias dos serviços de distribuição de energia elétrica a substituir, no prazo de dez anos, os medidores de energia eletromecânicos por aparelhos eletrônicos.
Essas empresas também deverão implantar um sistema de comunicação entre cada medidor e uma central de gestão da rede de distribuição.
“O desenvolvimento tecnológico certamente chegou à indústria da eletricidade, onde a tecnologia implantada permite dar aos equipamentos de rede a capacidade de tomar decisões complexas sem intervenção humana e aumentar a interação entre os consumidores e as distribuidoras de energia elétrica”, destacou o deputado.
Aquisição de excedente
Segundo a proposta, os consumidores de baixa tensão poderão produzir sua própria energia e vender o excedente (verificado nos registros dos medidores) à concessionária ou permissionária de sua região.
A aquisição do excedente é compulsória por parte das empresas de distribuição até o limite individual que será definido pelo poder concedente, que também será responsável por definir as tarifas de venda do excedente de energia.
O projeto determina que esse valor seja decrescente ao longo do tempo e compatível com a recuperação dos investimentos.
“O Brasil precisa preparar o terreno para o previsível período de escassez de energia, num futuro não muito distante. Cremos que uma das ações mais imediatas ao nosso alcance, que poderá, facilmente, ser adotada pelo poder concedente, é o uso de tarifas diferenciadas, para incentivar a implantação dessas fontes alternativas de pequena capacidade”, concluiu José Otávio Germano.
Tramitação
O projeto terá análise conclusiva das comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; de Minas e Energia; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.