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 Dicas para Provas e Concursos
Autoria:

Toni Duarte
Graduado em Administração Pública pela Universidade Federal do Paraná - UFPR, É pós-graduado em Língua e Literatura Brasileiras. É Servidor Público Estadual.

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Dicas de Concursos Língua Portuguesa ---

Resumo para Concurso de Agente Segurança da ITAIPU Binacional

Após o estudo é sempre bom revisar o conteúdo de forma objetiva. Aproveite esta apostila para fazer a prova.

Texto enviado ao JurisWay em 29/01/2016.

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Olá,

 

Este é um resumo do conteúdo do edital para a prova Agente de Segurança da Itaipu Binacional. Serão cobradas apenas 05 questões de Língua Portuguesa, uma pena!

 

 

Aconselho priorizar o conteúdo das disciplinas específicas, pois, pela quantidade de questões, a banca poderá cobrar algo mais aprofundado.

 

 

Já para o português, acredito que não haja grandes “invenções”. As questões devem ser de interpretação de texto com pouca gramática. Posso estar errado, mas é o que normalmente ocorre!

 

 

A seguir, estão os assuntos abordados de forma superficial, mas da maneira como devem ser cobrados na prova.

 

 

Estudem, estudem e estudem e usem esta apostila como revisão!

 

 

 
 

1.       INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS

 

Responder questões de interpretação/compreensão de textos nem sempre é fácil. Isso vai depender do nível das questões. Se você já achou que fez uma ótima prova de interpretação e tomou “bomba” após olhar o gabarito, bem-vindo ao mundo dos concurseiros. Isso é explicável: o erro está em não saber onde e como procurar o que se pede na questão.

O exemplo clássico é “Joana estuda o dia inteiro, é muito dedicada e tira boas notas na prova”. Aí vem a banca e pergunta: De acordo com o texto Joana é muito inteligente. (  ) Certo ou (  ) Errado. O que você marcaria?

Se respondeu CERTO, você acabou de errar. Mas como assim? A menina estuda o dia inteiro, é dedicada e tira boas notas e não é inteligente? Tá louco!

O segredo está no enunciado da questão: “              De acordo com o texto”.

Em termos como:

         De acordo com o texto;

         Segundo o texto;

         Segundo o autor;

         Na visão do autor;

         No texto nota-se, entre outras similares.

Normalmente a banca quer saber o que está escrito. Isso é, tem que estar escrito no texto e você não pode deduzir, achar...

É claro que se não houver uma alternativa que traga algo escrito no texto, você pode deduzir e marcar a que mais se aproxime.

Outro ponto importante é saber onde procurar no texto. É comum uma questão perguntando qual a ideia central do texto ou sobre o que o texto aborda. Nesse caso, normalmente a resposta está no primeiro parágrafo. Já se questionar sobre os argumentos do autor ou quais pontos ele utiliza para defender seu ponto de vista, procure nos parágrafos entre a introdução e a conclusão, ou seja, nos parágrafo do meio do texto.

Tome muito cuidado! Há quase sempre duas questões aparentemente corretas. Nesse caso, analise-as e marque a mais correta ou aquela que mais se apoia no texto.

Agora vamos a outra forma de enunciados: aqueles que pedem uma dedução. Nesse caso você terá que encontrar a resposta mais lógica, mas, provavelmente, não estará escrita no texto.

 

Voltemos ao mesmo texto sobra a Joana: “Joana estuda o dia inteiro, é muito dedicada e tira boas notas na prova”. 

Agora a banca pergunta: É possível deduzir que Joana é inteligente. (  ) Certo ou (  ) Errado.

Positivo! Agora marque certo. Mas qual a diferença? Creio que já notou: o enunciado. Termos como:

         É possível deduzir;

         Infere-se;

         Chega-se à conclusão;

         É correto afirmar;

         É possível extrair do texto, entre outras similares.

Esses são termos que pedem uma dedução. Porém cuidado para não viajar na maionese... A dedução não pode ser só coisa da sua cabeça. Pense: será que outras pessoas também chegarão a esta conclusão? Não pode ser um achismo seu, só seu. De uma forma bem tosca, imagine que você tenha um cão e um gato e eles se deem muito bem. Na prova há uma questão perguntando se o cão é o melhor amigo do gato. Por você sim! Mas será que outros pensarão como você?

Por fim, em questão de dedução ou inferência pense como pensará a maioria das pessoas.

Agora, amado aluno, vá à internet, baixe umas questões de interpretação e mãos à obra!

 

2.       ORTOGRAFIA

Existem várias regras para correta grafia. Isso pode ser estudado no nosso curso regular, porém para a prova de Agente de Segurança pedirei que estude as palavras seguintes. São elas que as bancas adoram!

Vamos combinar uma coisa: algumas palavras derivam de outras, como exemplo, caseiro que deriva de casa ou presidiário que deriva preso. O nosso combinado será que as variações seguem a principal (chamada de primitiva). Seria uma falha escrever casa e cazeiro. Ou ambas seria com Z ou com S.

Antes da velha pergunta das exceções (presta atenção a escrita de exceção: é com Ç), destaco “catequese” (com S) e “catequizar” (com Z). Grave essa!

 

         Quis é S e não Z – QUIS. Suas variações também são com S. Quiser, quisesse, quiseram.

         Palavras que terminam com som de “Gem”. Todas serão com G (GEM). Apesar de existir outras, grave duas exceções para a prova: Pajem e Lambujem (com J). Viajem com J só se estiver como verbo. Exemplo: que ele viaje; que eles viajem.

         Privilégio é com “i” e não com “e” (Pri pri pri pri pri).

         Exceção é com ç e não com SS (exceçççççççção);

         Não confunda exceção com excesso. Excesso é com SS. Se ajudá-lo, lembre de que excesso lembra muito, por isso tem muito S. (SS).

         Pretensioso é com S e não com C. Ficou espantado? Pois é... pretenssssssioso. O mesmo para pretensão.

         Chuchu e não xuxu.

         Enxurrada é com X. Nada de pensar em chuva (com ch) isso é coisa da sua cabeça!

         Xícara e não Chícara.

         Xale com X, chalé com CH.

         Análise e não análize. Análissssssse.

         Pesquisa e não pesquiza. Pesquissssssa.

         Princesa e não princeza.

         Concessão e não conceção. Esqueça a conceição!

         Jiboia, pajé, jiló e jipe. Essa é a turma do J.

         Possui e não possue. Não erre essa. Possuiiiiiiii.

         Primazia e não primasia.

         Maisena e não maizena. O que? Pirou? Isso mesmo com “s”, esqueça o mingau!

         Surpresa para não ter uma verdadeira surpreza na prova. Com S. SurpreSa.

         Extensão. Essa tem dupla dúvida: com X e com S. Grave eXtenSão.

         Não confunda com estender. Essa é com S.

         Discurso e não discusso.

         Disenteria e não desinteria. Essa pega muita gente. DISENteria e não DESINteria.

         Cuidado com a flecha. CH e não X.

         Cidadãos e não cidadões.

         Traz é de trazer, somente. E não leva acento!

         Hesitar e não exitar

 

 

 

Agora vejamos algumas palavras que dependendo da sua escrita muda o sentido:

         Retificar é corrigir (lembre-se de retífica de motores) e Ratificar é confirmar.

         A grama é mato, capim. Já O grama é peso, medida. O grama do feijão e A grama do jardim.

         Imergir é descer. Já emergir é erguer, subir.

         Concerto é para canta. Já conserto é para seu mecânico.

         Seção é para lojas e departamentos, lembre-se de comprar, de divisões. Já a sessão fica para o cinema ou a sessão da tarde. Tem a secção que é corte.

         Mandado é para quem pode mandar, o juiz pode! Já mandato tem um tempo determinado, deixe isso para os políticos ou cargos com tempo certo. Exemplo: ele cumpriu o mandado de prisão. O mandato dele é de cinco anos.

         Tráfego é de carros e tráfico é para traficantes.

         A Inflação deixa a gente pobre e a infração também. A inflação foi alta neste ano. Ele cometeu uma infração de trânsito.

         Flagrante é de flagra, ou seja, “te peguei”. Já fragrante é de cheiro; a fragrância do perfume. O ladrão foi preso em flagrante.

         Discriminar é relacionar, diferenciar e Descriminar é tirar o crime!

         Não existe “esteje” ou “seje”. O certo é “esteja” ou “seja”

         Não existe menas;

 

Infelizmente terei que pedir para decorar isso (odeio decorar), mas para passar na prova vale a pena sim! Aconselho ler sempre e nos dias anteriores à prova leia muitas vezes.

 

3.       ACENTUAÇÃO GRÁFICA

Para acentuar de acordo com as regras é fundamental detectar a sílaba tônica (a mais forte). Lembre-se de que só poderá ser a última, penúltima ou antepenúltima. Não existe outro caso. Então se a palavra tiver mais de três sílabas, só atente para as três últimas. Não entendeu?

Uma palavra como “infelizmente”; in-fe-liz-men-te tem cinco sílabas. Neste caso somente “liz”, “men” ou “te” poderá ser a tônica, pois são as três últimas. A tônica é “men”, portanto é paroxítona.

Há três regras básicas: uma para as oxítonas (última sílaba tônica), a das paroxítonas (penúltima sílaba tônica) e das proparoxítonas (antepenúltima sílaba tônica).

Basicamente:

Oxítonas terminadas em A, E, O, EM ou ENS são acentuadas. Exemplo: café, jiló, parabéns, armazém. Como consequência as terminadas em I e U não são. É o caso de tatu e saci.

Paroxítonas terminadas em L I R N U X Ão, Um, Uns, Ps e Ditongo são acentuadas. Exemplo: revólver, táxi, órfão e fácil.

Proparoxítona: todas serão acentuadas. Exemplo: árvore, artístico e último.

Demais regras:

I ou U fazendo hiato (vogais que se separam na sílaba) são acentuados. Exemplo: Saúde, Itaú e constituído.

Monossílabos tônicos terminados em A, E e O são acentuados. Exemplo: Já, pé e pó.

Acento para marca o plural da palavra: o plural de tem é têm, de vem é vêm

Acento diferencial

Havia vários, mas com a nova ortografia restaram três: por (preposição) e pôr (colocar, inserir), pode (presente) e pôde (passado, pretérito). Já em forma ou fôrma, o acento é facultativo. Você pode escrever “fôrma de bolo” ou “forma de bolo”.

Agora é sua vez de andar por aí olhando as palavras e descobrindo o porquê do acento.

As bancas adoram cobrar:

         Traz e não tráz.

         Gratuito e nunca gratuíto. Gratuito não leva acento! O mesmo para fortuito e intuito. Dá a maior vontade de acentuar esse “i” não é verdade?

         Aqui e não aquí;

         Iguaçu e não iguaçú;

         Recebi e não recebí;

         Forneci e não fornecí;

         Chuchu e não xuxu;

         Fluido (fluido de freio) e não fluído;

         Coco e não côco.

         Já autópsia tanto faz: autópsia ou autopsia;

         O mesmo para necropsia ou necropsia;

         Juiz e não Juíz;

         Ínterim e não interim

         Item e não ítem

 

 

Sobre o novo acordo ortográfico (previsto no edital), precisamos destacar pontos importantes.

As maiores mudanças foram na acentuação e no emprego do hífen. Palavras como ideia, assembleia, bocaiuva, feiura, voo, enjoo, deem, leem, creem, veem (de visão) não levam mais acento.

 

Já na questão do emprego do hífen, palavras compostas em que a primeira termina com a mesma vogal que a outra começa levarão hífen. Ex. Micro+ônibus = micro-ônibus, o mesmo para micro-ondas.

 

Se a palavra se referir a bicho ou planta (perdoem-me os biólogos pelos termos) não houve alteração. Exemplo: beija-flor, erva-doce, couve-flor e pimenta-do-reino.

 

4.       CRASE

Direto ao ponto:

Antes de verbos não se usa crase.

Antes de pronomes não se usa crase, com exceção para senhora e senhorita. Grave: antes de eu, tu, ele, ela, nós, vós, ele; elas nada de crase!!!

Antes de palavra masculina não se usa crase.

Preste muita atenção nesta dica: se a palavras estiver no plural e o “a” no singular, crase nem pensar. Exemplo: Refere-se a notícias. Note que “notícias” está no plural e o “a” no singular.

No meio de palavras repetidas não se usa crase. Exemplo: gota a gota, cara a cara.

Entre meses ou dias não se usa crase. Exemplo: segunda a sexta ou maio a dezembro.

Em locuções como às vezes, às pressas, às claras, às escuras haverá crase.

Antes de metros ou quilômetros não se usa crase.

Antes da palavra distância só haverá crase de houver qual a distância. Exemplo: Eles estão a distância (sem crase). Eles estão à distância de 50 metros (há crase).

 

Há alguns casos de crase opcional como antes de seu, sua, minha, nossa (e outros pronomes possessivos), depois de “até” e antes de nomes de mulheres.

5.       PERÍODO COMPOSTO

Muita gente se confunde na hora de estabelecer o sentido e entre as orações. Pergunto:

Não pude ir à praia porque estava chovendo

Note que há uma relação de causa e consequência, pois estar chovendo foi a causa de não ir à praia. Enfim, a oração é CAUSAL ou Consecutiva?

Essa é uma dúvida constante e para resolvê-la basta saber que devemos analisar a oração localizada  após a conjunção, logo nos interessa analisar “estava chovendo”. Já vimos que estar chovendo é causal, portanto trata-se de uma oração CAUSAL. Compreendeu?

Continuando.

Lembrem-se de que o período composto pode ser por coordenação ou subordinação. Para a prova, não esqueça:

Coordenadas:

Aditivas – dão ideia de soma, de adição. As principais são “e”, “nem” e “não só”.

Adversativas - dão ideia de coisa contrária. As principais são “mas, porém, todavia, contudo, não obstante”.

 Alternativas - dão ideia de alternância, exclusão ou escolha. As principais são “ou, ou … ou, ora … ora, quer … quer”;

Conclusivas – Como o próprio nome diz, dão ideia de conclusão, coloca ponto final em algo. As principais são “logo, portanto, pois (depois do verbo), por conseguinte, por isso”.

Explicativas – Justifica ou explica algo. As principais são “pois (antes do verbo), porque, que, porquanto (a dica para porquanto é lembrar-se de porque e concluir que eles têm a mesma função)”.

Subordinadas Adverbiais

 

Causais - As principais são “porque, visto que, já que, uma vez que, como (= porque), desde que”.

Comparativas - As principais são “como, tal... qual, assim como, tanto... quanto”.

Condicionais - As principais são “se, caso, contanto que, desde que, salvo se, a menos que”.

Consecutivas - As principais são “que (precedido de tal, tanto) de modo que, de maneira que, de sorte que, de maneira que, sem que”.;

Conformativas -  As principais são “conforme, segundo, consoante, como”.

Concessiva - As principais são “embora, conquanto, ainda que, mesmo que”.

Temporais - As principais são “quando, logo que, desde que, assim que, até que”.

Finais – As principais são “a fim de que, para que, que”.

Proporcionais - As principais são “à medida que, à proporção que, ao passo que, quanto mais”.

 

6.       PRONOME

Não se esqueça das preposições: A, ante, perante, após, até, com, contra, de, desde, em, entre, para, por, sem, sob, sobre, trás.

Agora que conhece as preposições essenciais, vejamos:

Despois de preposição não se usa EU e TU. Não escreva “Não há nada entre eu e você”, pois “entre” é preposição. Escreva “Não há nada entre mim e você”.

Atenção! A proibição é somente para EU e TU.  Não há problema em escrever “Não há nada entre ela e você”

Para estar atento aos pronomes de tratamento é preciso revisar (decorar) a tabela abaixo alguns dias antes da prova.

Fonte: educação.uol

 

Meus alunos sabem que sou contra a tal “decoreba”, mas para passar na prova vale tudo (ou quase tudo), então a dica é ler várias vezes nos dias que antecedem a prova.

 

 

Fonte: educação.uol

7.       CONCORDÂNCIA VERBAL

Parece uma definição óbvia, mas é importante saber que na concordância verbal as palavras estão ligadas por verbos que devem concordar entre si. Se o homem saiu, os homens saíram. Veja “saiu” concordando com homem e “saíram” com homens, logo se há verbos a concordância é verbal!

Para a prova fique esperto:

Sempre que o verbo “haver” (e suas variações: houve, haverá, houvesse, haveria, há...) puder ser substituído por “existir” (e suas variações) o verbo haver não irá para o plural, ok?

Exemplo: “Haverá muitas pessoas”. Note que posso escrever “Existem muitas pessoas”. Se eu pude substituir, o haverá ficará no singular ainda que sejam “muitas pessoas”.  

Outra concordância bastante cobrada é a do “verbo+se”.

Vende-se casa

Vendem-se casas.

A dica é atentar para a preposição após o “se” (viu como é importante conhecer as preposições?)

Aluga-se para festas.

Agora depois do “se” há o “para” (uma preposição), por isso o “aluga-se” fica no singular. Outro exemplo é “Precisa-se de empregados”, pois “de” é preposição.

Mais um verbo queridinho em concurso: o “fazer”.

Sempre que o verbo fazer trouxer a ideia de tempo não irá para o plural.

Faz dez anos do ocorrido.

A vontade é dizer fazem dez anos, pois são dez. Neste caso “faz” é tempo, logo ficará no singular.

Alguns termos nos dão o luxo de concordar com ele ou com a palavra mais perto. Veja:

A maior parte dos alunos saiu.

A maior parte dos alunos saíram.

Seguem o mesmo raciocínio: um terço, uma parte, a maioria, boa parte e outra com ideia de partes de um todo.

 

 

8.       CONCORDÂNCIA NOMINAL

Vamos fazer um acordo: vamos dividir todas as palavras em duas categorias.

O que não for “verbo” será “nome”. Isso nos levar a crer que “Azul” é um nome, pois não é verbo. Já “comer” é verbo.

Por que isso? Para ensinar que quando a concordância não se der por um verbo se dará por um “nome” (porque se não é verbo é nome, correto?).

Na oração “Menina bonita”, podemos notar a concordância de bonita com menina, pois se fosse um “menino” seria “bonito”. Nesse caso não há verbo, por isso chama-se concordância nominal.

Ou seja, se houver verbo a concordância é verbal e se não houver será nominal! Simples assim.

Usando o mesmo exemplo, pergunto: e se fosse “menina e menino” seria bonito, bonitos, bonita...?

Quando há uma palavra masculina e uma feminina podemos usar o masculino plural ou concordar com o termo mais próximo.

Exemplo:

Menino e menina bonitos (os dois são bonitos);

Menina e menino bonito (só o menino é);

Menino e menina bonita (só a menina é);

E MAIS:

Não existe “Ela está meia triste”. Meia é normalmente é usada para metade, uma parte de algo. Se ela está meia triste, podemos entender que o lado direito está triste e o esquerdo não, (riso).

“Comi meia laranja”. Agora sim! Comi metade da laranja.

Use meio-dia e MEIA, pois é meia hora.

Ele está quite e eles estão quites. Veja que quite concorda com quem se refere. Ele quite; Eles quites.

Anexo concorda com o que está anexado. Isso quer dizer que a carta vai anexa (pois é a carta) e os envelopes vão anexos (pois são envelopes). Se aparecer anexo na prova, veja o que está sendo anexado faça a concordância.

Já e “em anexo” será sempre “em anexo” não importa!

 

 

 

 

 

É isso aí pessoal!!!

Importante:
1 - Todos os artigos podem ser citados na íntegra ou parcialmente, desde que seja citada a fonte, no caso o site www.jurisway.org.br, e a autoria (Toni Duarte).
2 - O JurisWay não interfere nas obras disponibilizadas pelos doutrinadores, razão pela qual refletem exclusivamente as opiniões, idéias e conceitos de seus autores.

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