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Cassol acusa procurador em Rondônia de ser conivente com exploração ilegal de reserva indígena

Senado Federal - 26/02/2013

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Em discurso nesta terça-feira (26), o senador Ivo Cassol (PP-RO) acusou o procurador Reginaldo Trindade de usar o Ministério Público Federal de Rondônia em benefício próprio de maneira corporativista. Conforme afirmou o senador, gravação de vídeo mostra o procurador admitindo ser complacente com a exploração ilegal de madeira e diamantes em terras indígenas.

Cassol leu trechos das declarações do procurador na reunião, que teria sido gravada em vídeo pelos índios Suruí, e em que teria sido dado o aval do procurado para a retirada de madeira ilegal daquela área indígena.

Ivo Cassol acrescentou que quem sofreu o desgaste público, em nível mundial, como depredador da natureza, foi ele, que era governador do estado de Rondônia, e que levava a culpa pela inoperância, pela complacência, pela participação, pela conivência do Ministério Público Federal do estado.

O senador disse que depois de apresentar essa denúncia na Corregedoria Nacional do Ministério Público, foi surpreendido por uma denúncia-crime segundo a qual ele estaria caluniando o procurador. Cassol acusou o procurador de perseguí-lo.

Além disso, na semana retrasada, segundo informou Cassol, o Ministério Público Federal de Rondônia o processou por improbidade administrativa, acusado-o de embaraçar, desmerecer e desacreditar os trabalhos dos membros do Ministério Público e da Polícia Federal.

Cassol mostrou da tribuna um memorando da Fundação Nacional do Índio (Funai) datado de 15 de setembro de 2005 que comprovaria as ilegalidades em terras indígenas. O senador cobrou providência do procurador-geral da República, Roberto Gurgel.

- Foi o procurador-geral que participou da reunião. Os índios o gravaram e disseram para ele que poderiam denunciá-lo, mas que não iriam denunciá-lo. E ele falou que sabia até da extração ilegal de diamantes, onde morreram 29 garimpeiros, onde continua até agora a extração ilegal. E ai ele falou que não podia fazer nada - disse Cassol.

Agência Senado

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