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'Caso Vasques': Daniele chora no interrogatório e nega participação na morte do pai

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I>Mãe acusa filha e filha acusa mãe



Terminou às 18h50 no Tribunal do Júri de Brasília, o interrogatório dos denunciados pelo Ministério Público no envolvimento do homicídio do bancário José Eduardo Barcelos Vasques, ocorrido no dia 10 de abril deste ano, no Guará II.. Eles foram ouvidos pelo Presidente do Tribunal do Júri, Juiz João Egmont Leôncio Lopes, e pelo representante do Ministério Público, Promotor Luciano Coelho Ávila.

A primeira interrogada foi a ex-mulher do bancário, Maria Cleusa. Ela negou sua participação no crime a acusou a filha Daniele de ter premeditado tudo, para receber a herança. Segundo Maria Cleusa, Daniele lhe revelou por telefone, no dia 25 de março, que desejava a morte do pai, já eles não se entendiam. Maria Cleusa disse que não acreditava que Daniele fosse capaz de cometer o crime, por isso não relatou o fato à polícia naquela ocasião. Depois, foi ouvida Joseane de Souza Porto, que também negou participação.

Agora à tarde foram ouvidos os denunciados Daniela de Almeida Barcelos Vasques, Rogério Varela Santiago Patrício, Arlindo Pereira de Souza, José Carlos de Oliveira e Eduardo de tal, conhecido como Dudu. José Carlos de Oliveira, o pai-de-santo, não foi encontrado e deverá ser interrogado oportunamente.

Todos negaram envolvimento no assassinato do bancário. Daniele chorou no interrogatório, disse que não participou do crime, e culpou a mãe pelo delito.

De acordo com denúncia do Ministério Público do Distrito Federal, o crime ocorreu em abril deste ano, no Guará II, quando os denunciados, cada qual a seu modo, contribuíram de forma relevante para a morte do bancário, assassinado a disparos de arma de fogo quando ingressava em sua antiga residência.

A próxima etapa do processo é a oitiva das oito testemunhas de acusação, marcada para a próxima sexta-feira, 1º de julho, a partir das 10 horas, no Tribunal do Júri de Brasília


Nº do processo:36100-2;2005

Autor: (GH)

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