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Júri de acusados da morte de um policial federal em Almerim prossegue nesta terça, em Belém.

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Estão sendo julgados pelo Conselho de Sentença da 2ª. Vara do Júri de Belém, sob a presidência do juiz Raimundo Moisés Alves Flexa, dez acusados de homicídio triplamente qualificado (pena de 12 a 30 anos de prisão), praticado contra Sílvio Guilherme da Silva Cunha, policial federal, 35 anos. O crime ocorreu, em 25 de dezembro de 2002, num balneário chamado Araxá, município de Monte Dourado, Comarca de Almerim, Região do Alto Xingu.
O caso foi desaforado para Belém, por decisão dos desembargadores das Câmaras Criminais Reunidas, que acolheu o pedido do representante do Ministério Público, por oferecer melhor estrutura e segurança ao julgamento dos acusados. Em defesa dos réus está atuando o defensor público Hedy Carlos Soares, e na acusação o promotor de justiça Edson Souza.
Esta é a primeira sessão do ano que são julgados de uma só vez um grande número de réus. O julgamento popular está previsto para durar dois dias. Pela manhã houve o depoimento de uma testemunha que presenciou o começo dos acontecimentos que resultaram na morte do policial. Logo após os acusados começaram a ser ouvidos no plenário do júri. Os interrogatórios prosseguem pelo restante do dia até que todos sejam ouvidos. Os trabalhos serão interropidos para descanso noturno, com retorno previsto para as 8h, de amanhã.
O segundo dia está reservado para as manifestações da promotoria e da defesa. Na ocasião, as partes procuram convencer os jurados acerca das teses, pelo tempo de três horas para cada. Edson Souza já adiantou à imprensa que não irá pedir condenação para todos os acusado, mas somente para alguns que ficou comprovada a participação no linchamento do policial.
Já o defensor Hedy Carlos vai procurar derrubar todas as qualificadoras, requerendo a absolvição de alguns dos acusados que negam participação no espancamento do policial. Para os demais que confessaram ter golpeado até a morte a vítima, com garrafas, cadeiras e pedaços de madeiras, a tese será a do homicídio privilegiado, para efeito de redução da pena (12 a 30 anos).
O julgamento começou por volta das 8h, desta segunda-feira, com a oitiva de Elisâmgela, única ouvida no júri, das oito arroladas pelo Ministério Público. A jovem era namorada do policial que estava poucos meses na região.
No banco de réus estão: Robson de Oliveira Paes (Nego Nelson), Silvio Ribeiro da Silva (Fogoio), Jacerlande Moraes de Matos (Lêndia), Michel Pita Quintela, Marcio de Lima Cardoso, Izael dos Santos Viana (Velha), Anderson da Conceição dos Santos (Canuca), José Guilherme dos Santos Viana; Roberto Carlos Galeno Moreira (Robertão), Cleiton Freitas Araújo (Espinhoso) e Paulo Lúcio da Silva Araújo (Paulo Seco, que fugiu da penitenciária). Outro que também foi denunciado como partícipe do crime, Marcelo Sandes Justos o Marcelo Segurança, o único que responde ao processo em liberdade.
Os acusados, na faixa etária entre 25 a 30 anos, foram presos em 2002 e 2003, alguns deles por policias federias. Durante a manhã foram ouvidos quatro acusados, dois deles confirmaram ter participado do espancamento do agente, mas, outros dois afirmaram que sequer estavam no local. Dos interrogados pela manhã, um disse que socorreu Michel Pita e que se retirou do local. Dois outros contaram que estava em outro balneário, do outro lado do rio.
Pela versão dos acusados o policial teria tido uma discussão com Michel Pita Quintela (o primeiro réu interrogado), e em seguida deflagrou vários disparados, tendo um deles atingido a perna de Pita. O local estava cheio de populares e as balas do policial lesionaram outras duas pessoas, além de uma vítima fatal, um homem que não estava entre o grupo do Pita.
Consta na denúncia que o agente federal estava bebendo no balneário, acompanhado da namorada, onde também estavam diversas famílias comemorando o Natal. Pelos depoimentos dos réus os populares que estavam no balneário também teriam ajudado a linchar o agente, ao disparar a ermo e acertar três outras pessoas que não estavam com Michel Pita, com que teve um entrevero antes de morrer nas mãos dos populares.  

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