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Caso Blue Bar: fazendeiro pega 13 anos e recorre

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  A defesa do fazendeiro Adriano Spencière adiantou em plenário, na sexta-feira (30) ao final do julgamento, que vai recorrer da decisão do 2º Tribunal do Júri de Goiânia, presidido pela juíza  Carmecy Rosa Maria de Oliveira. O fazendeiro foi condenado por unanimidade, a 13 anos de reclusão pela morte do empresário Florival Lobo de Andrade, ocorrida em janeiro de 1997, no crime que ficou conhecido como Blue Bar. Iniciado na quinta-feira o julgamento durou quase 28 horas.

A acusação, feita pelo promotor de justiça Fernando Krebs e pelos advogados João Neder e Alex Neder, que atuaram como assistentes a pedido da família da vítima, convenceu os sete jurados que Spencière não agiu em legítima defesa, como sustentado pelo réu. O julgamento havia sido adiado 11 vezes.

De acordo a com denúncia do Ministério Público (MP), vítima e acusado se conheciam, pois Florival viveu maritalmente com a ex-mulher de Adriano. No dia do fato, por volta das 14 horas, ambos estavam na companhia de amigos no Blue Bar, em mesas separadas. Em dado momento, Spencière provocou Florival, convidando-o para uma queda-de-braço. Irritado, o empresário respondeu rispidamente à provocação, dando início a uma discussão, que foi logo apaziguada por amigos.

Após a discussão, Florival saiu do bar e foi para a casa de sua mãe, onde permaneceu até por volta das 19 horas, quando retornou ao bar para acertar uma dívida com o proprietário do estabelecimento. Ao perceber a aproximação da vítima, Adriano Spenciére pegou um revólver que estava na cabine de uma camioneta D-20, de propriedade do comerciante Túlio José Jayme, e partiu em direção a Florival, para tomar satisfação. Ainda segundo a acusação, antes mesmo que a vítima saísse de seu carro, foi alvejada com vários tiros, que lhe ocasionaram a morte. Após o ocorrido, Adriano fugiu do local. (Ana Caruliny Oliveira)

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