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A cultura milenar no Brasil

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A cultura milenar japonesa, propagada no Brasil por japoneses e descendentes, tem também adeptos sem vínculo hereditário com ela. Um deles é Fernando De Mateo, de 19 anos, que a conheceu na escola em que estudou e, aos 14, resolveu praticar taiko. A filosofia é muito rica e me agrada, conta o instrutor de taiko, responsável pela preparação de outros jovens para a apresentação na abertura da festa, da qual fez parte.  Diz que pretende levar a atividade adiante enquanto conseguir: Com o taiko eu me sinto muito bem, explica.

Para a nissei Mitsuko Oguma, da Associação Nipo-brasileira Imirim é preciso unir esforços para que as tradições não sejam esquecidas. Por isso, participa de vários cursos na entidade, como o de língua e os de dança. Afirma que todo ano participa da festa como dançarina de bom-odori (dança típica), vestida de quimono, e que é muito gratificante divulgar os costumes do seu povo no Brasil.

O menino Heitor Kimura, de 12 anos, embora descendente, diz não ter conhecido muitas coisas relacionadas às tradições dentro de casa, mas na escola . Foi lá que, ao conhecer o taiko, passou a praticar uma atividade que antepassados muito distantes desenvolveram. Os tambores eram usados para comunicação e com o tempo passaram a tocá-los para fazer música, conta.

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