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Texto enviado ao JurisWay em 06/12/2012.
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A presidente disse que diminuir o preço da energia é “tão importante quando a redução da taxa de juros, da taxa de câmbio”.
Ela afirmou que o corte das tarifas vai “onerar bastante o governo federal”, mas deu o recado:
“Quando perguntarem para onde vão os recursos do governo, orçamentários do governo, uma parte irá para suprir a indústria brasileira e a população brasileira, aquilo que outros não tiveram a sensibilidade de fazer. Nós somos a favor da redução dos custos de energia no país e faremos isso porque é importante para o país”, declarou.
Segundo a presidente, o objetivo do governo era alcançar uma diminuição média de 22% nas tarifas.
"Para isso, nós adotamos duas medidas, ou melhor, dois conjuntos de medidas. Um conjunto que era reduzir os encargos nas tarifas de energia, notadamente a RGR, a CSS e Conta de Desenvolvimento Energético. Essas três tarifas, junto com o fim das concessões de energia elétrica, antecipação em alguns casos e o fim em outros, permitiram que a gente reduzisse em 20,2% essas tarifas”, afirmou.
O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, disse que o corte nas tarifas de energia proposto pelo governo beneficia a indústria porque reduz os custos da produção.
“[Precisamos da] diminuição dos custos de produção para assegurar os necessários estímulos ao investimentos”, disse. Segundo ele, sozinha, a indústria responde por cerca de 43% do consumo de energia elétrica e diminuir a tarifa é necessário para estimular a economia.
A medida provisória que trata do pacote de energia – e que está em tramitação no Congresso -, é de “extrema importância para o setor”, disse Andrade. “Com essas medidas, vamos ter redução dos custos dos produtos”, declarou o presidente da confederação.
Presidenta Dilma Rousseff visita Carreta-Laboratório do Sistema S e da Rede Federal durante a cerimônia de abertura do 7º Encontro Nacional da Indústria (Enai) (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)A presidente Dilma Rousseff visita carreta-laboratório do Sistema S e da Rede Federal antes da cerimônia de abertura do 7º Encontro Nacional da Indústria (Enai), em Brasília (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)
Medidas para investimento
Durante o evento, Dilma afirmou também que o Plano de Sustentação da Indústria (PSI) para 2013 será anunciado na tarde desta quarta (5) pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. O programa compreende linhas de crédito para bens de capital (máquinas para produção), inovação e pré-embarque de exportações.
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“Hoje à tarde o ministro da Fazenda Guido Mantega irá anunciar o PSI para todo 2013. Nós iremos assegurar que o sistema atual do PSI através do BNDES seja um sistema muito efetivo. Ampliaremos os recursos para mais de R$ 80 bilhões. Ao mesmo tempo estamos tentando fazer um PSI direto, com o sistema privado financeiro nacional. E isso o ministro irá anunciar hoje à tarde no horizonte para 2013”, afirmou Dilma.
Segundo a presidente, o governo também pretende lançar, até o final de dezembro, um plano de investimentos para os aeroportos regionais, “além de novas concessões aeroportuárias para os aeroportos chamados centrais”, afirmou.