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Texto enviado ao JurisWay em 07/08/2012.
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Em julho de 2012 foram registrados 200 pedidos de falência frente aos 158 pedidos ocorridos em junho/12, revela o Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações. O resultado de julho/12 é o segundo maior do ano, perdendo apenas para os 203 pedidos de falência registrados em maio/12. Na comparação com julho do ano passado, a alta foi de 19,8% (167 pedidos realizados em julho/11).
Dos 200 requerimentos de falência verificados em julho de 2012, 110 foram de micro e pequenas empresas, 50 de médias e 40 de grandes empresas. Desde 2009, as falências requeridas têm se distanciado das decretadas e das recuperações judiciais requeridas, caracterizando sua utilização como instrumento de cobrança.
Segundo os economistas da Serasa Experian, parte das empresas continua encontrando dificuldades financeiras devido a um conjunto de fatores: o menor nível da atividade econômica, que dificulta as vendas; os impactos da inadimplência de consumidores, que já começa dar sinais de redução, e de outras empresas no fluxo de caixa; o crédito seletivo, diante do maior risco de inadimplência, o que afeta especialmente as empresas com poucas garantias; e da desvalorização do real, que impacta os negócios com dívidas em moeda estrangeira.
Isso fica mais evidente com a expansão das recuperações judiciais requeridas, sobretudo das médias empresas, que têm maior dificuldade diante do contexto econômico.
As recuperações judiciais requeridas atingiram 68 ocorrências em julho/12, acima, portanto dos 57 requerimentos de junho/12 e dos 59 registros desta natureza verificados em julho/11. Contudo, o resultado ficou abaixo dos 72 requerimentos realizados em julho/09, até agora o maio resultado para um mês de julho desde a vigência da nova Lei de Falências em 2005.
Em julho/12, 34 pedidos de recuperação judicial partiram de micro e pequenas empresas, 29 das médias e apenas cinco foram efetuados por grandes empresas.