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Os professores das redes estaduais do Piauí, da Bahia e do Distrito Federal estão em greve por aumento salarial. No Rio de Janeiro, uma paralisação pelo mesmo motivo também afetou as aulas na rede municipal.
No Piauí, a greve já se estende há 46 dias e, de acordo com o SINTE/PI (Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica Pública do Piauí), atualmente 85% da categoria está parada.
Já na Bahia, os professores pararam na manhã de quarta-feira (11) e não devem voltar às escolas até que seja definido um acordo de reajuste no salário.
No Distrito Federal, de acordo com o Sinpro-DF (Sindicato dos Professores no Distrito Federal), 70% dos professores estão paralisados há 32 dias. Desde a manhã de quarta-feira (11), cerca de 1.500 manifestantes estão acampados em frente ao Palácio do Buriti e, segundo o Sinpro-DF, devem continuar até sexta-feira (13).
De acordo com uma pesquisa do CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação), os governos do Piauí e da Bahia não pagam o piso determinado pelo MEC (Ministério da Educação), de R$ 1.451.
Segundo a mesma pesquisa, o Distrito Federal paga um valor superior ao piso nacional para os professores com contrato de 40 horas semanais. Os manifestantes também pedem plano de saúde e a contratação dos candidatos que passaram no concurso público feito em 2010.