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Fonte : G1 Fonte: Prontuário de Notícias 7/10/2011
Texto enviado ao JurisWay em 11/10/2011.
Mover descontroladamente as pernas ao se deitar e acordar com sentimento de angústia, com insônia, sonolência excessiva durante o dia, cansaço e irritabilidade podem não ser só sinal de ansiedade e insônia. O desconforto nas pernas, que provoca queimação, coceira e formigamento, e a união desses sintomas resultam em um distúrbio ainda pouco conhecido, a Síndrome das Pernas Inquietas (SPI), mas que afeta cerca de 10% da população, segundo o neurologista Tarso Adoni, do Núcleo de Neurociências do Hospital Sírio-Libanês.
De origem neurológica, a doença, de causa ainda desconhecida, produz uma necessidade irrefreável de balançar as pernas para que a pessoa possa se aliviar da sensação desagradável que sente nos membros inferiores, explica o neurologista. A síndrome se manifesta principalmente no período da noite.
Em seu site, o médico Shigueo Yonekura, neurologista do Instituto de Medicina e Sono de Campinas e Piracicaba, explica que entre as principais causas da Síndrome das Pernas Inquietas estão a deficiência de vitaminas, ferro, cálcio e magnésio, além de doenças renais e fatores genéticos.
O diagnóstico da Síndrome das Pernas Inquietas é baseado no exame clínico e na história fornecida pelo paciente. "O tratamento da Síndrome das Pernas Inquietas deve ser individualizado, de acordo com os sintomas de cada paciente. O tratamento inclui medidas não-farmacológicas, que ajudam a aliviar as sensações desagradáveis, e o uso de agentes farmacológicos", acrescenta Yonekura.
No tratamento, a recomendação dos profissionais é elevar o consumo de ferro, assim como se habituar à prática de exercícios físicos moderados e à aplicação de massagem, hábitos que auxiliam na melhora dos sintomas.
O neurologista Tarso Adoni comenta que, segundo relatos dos pacientes, tomar banho quente também ajuda. Quanto ao tratamento com medicamentos, aqueles que apresentam a substância dopamina são os mais indicados, cuja função é regular um possível desequilíbrio neurológico da pessoa.
Além disso, a ingestão de cafeína, bebidas alcoólicas e o tabagismo devem ser reduzidos, já que são os principais fatores que ajudam no surgimento dessa enfermidade.