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Entidades de defesa do consumidor voltam a pressionar por ressarcimento de R$ 7 bi
Formada pelo Procon-SP, Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Proteste Associação de Consumidores e Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), a frente quer a intervenção do ministro Antônio Palocci para efetivar o ressarcimento dos valores cobrados indevidamente ao longo dos anos. Uma cópia do documento também foi enviada para os ministros de Minas e Energia e da Fazenda, e para Nelson Hubner, diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
O erro na metodologia do reajuste que resultou na cobrança indevida de R$ 7 bilhões dos consumidores foi constatado pelo Tribunal de Contas da União (TCU). O problema acabou reconhecido pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Tarifas de Energia Elétrica, da Câmara Federal, e pela própria Aneel, que alterou a forma de cobrança em 2009, após pedido do TCU. Na ocasião, órgãos de defesa do consumidor pressionaram para que a troca fosse feita.
Proposta tramita no Congresso
Em fevereiro deste ano, um projeto de decreto legislativo que obriga as concessionárias de energia elétrica a devolver os R$ 7 bilhões cobrado a mais nas contas de luz foi apresentado pelos deputados federais Eduardo da Fonte (PP-PE) e Alexandre Santos (PMDB-RJ). Os parlamentares alegaram que todo brasileiro acabou pagando mais do que deveria durante sete anos e que a Aneel decidiu não cobrar das empresas privadas de energia elétrica o que foi retirado irregularmente dos consumidores. Para os deputados, a decisão da agência de não cobrar das empresas o que cobraram dos consumidores pode ser suspensa pela aprovação do decreto legislativo.