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Mais do que um sintoma, ela passou a ser vista como doença crônica e deve ser tratada
Por outro lado, as pessoas são relutantes na hora de procurar ajuda médica para reclamar de alguma dor. Muitas vezes, acreditam que ela é passageira. E procurar um médico por uma dor no dedo é bobagem, certo? Não é bem assim. Segundo Fabíola, nenhuma dor deve ser desprezada.
- Uma dor que não é tratada pode se transformar em uma dor crônica. Mas é comum as pessoas, principalmente as mais idosas, acharem que ela faz parte do envelhecimento. O que é um absurdo.
Além disso, há o medo. Medo de descobrir um problema de saúde mais sério e até mesmo de ter de tomar drogas mais potentes. Muitos preferem tomar caixas de antiinflamatórios a procurar um médico – o que pode trazer um enorme risco para a saúde.
Fabíola explica que "tomar remédios por conta própria pode mascarar e piorar o problema. Cada remédio é indicado para um determinado problema. Um antiinflamatório próprio para dor nas costas não resolve uma dor de cabeça".
Por isso a importância em prestar atenção nos sinais do corpo. Para os médicos, qualquer dor deve ser relatada, principalmente se ela persistir de um dia para o outro.
A questão da dor também é muito discutida entre os profissionais que trabalham com cuidados paliativos, aquele tratamento dado a pacientes que sofrem de doenças graves e incuráveis. Para Fabíola, "hoje nada justifica a pessoa sentir dor. Os remédios para aplacar o sofrimento são indicados em todos os casos, até mesmo para pacientes terminais. É fundamental melhorar a qualidade de vida deles".