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TRT/SC
Analista Judiciário - Área Administrativa - Março/2008
Elaboração: TRT


 


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Língua Portuguesa

Anexo para as questões 5 a 10

Leia o texto "Falta o mais óbvio", publicado no jornal Folha de São Paulo, de 09 de fevereiro de 2008, para responder às questões de 5 a 10.

A exemplo do que ocorreu com o tratamento da Aids, o Brasil aparece como destaque positivo no mais recente relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre o controle do fumo.

Das seis medidas preconizadas pela entidade para conter a epidemia - políticas de prevenção, leis que criem áreas livres de fumo, alertas sobre os males do cigarro, restrições à publicidade, disponibilidade de tratamentos de cessação do tabagismo e elevação dos impostos sobre produtos fumígenos -, o país cumpre quatro. Não é pouco. Nenhuma nação em desenvolvimento conseguiu ainda combinar todas as seis e, no plano mundial, apenas 5% da população estão protegidos por elas.

Mais do que isso, o Brasil recebeu menção elogiosa do relatório por seu modelo de maços com fotos ilustrativas das moléstias associadas ao fumo e por oferecer na rede pública de saúde terapias de interrupção do tabagismo.

Diante de tantos esforços - alguns dos quais custosos política e financeiramente - é incrível que o país ainda relute em adotar a mais óbvia das medidas, que é a elevação dos tributos incidentes sobre o cigarro, compensada por alívio fiscal em outros setores. Segundo a OMS, em países em desenvolvimento, um aumento de 10% nas taxas resulta em redução de 8% no consumo.

A alegação do governo para desdenhar da medida é que um aumento de impostos estimularia o contrabando. O vínculo entre carga fiscal e tendência à fraude é inegável, mas isso não justifica o imobilismo. A Espanha, que também tinha um problema grave de contrabando, conseguiu reduzi-lo ao mesmo tempo em que elevou as taxas.

É o caso de aumentar a taxa e combater o contrabando pela via convencional, que é a polícia. O país só tem a ganhar se menos jovens se tornarem tabagistas.


Exibir/Ocultar texto completo deste anexo.


9ª Questão:

Levando em consideração as afirmações do texto e as orientações da gramática normativa tradicional, é correto afirmar que, no trecho

a)“A Espanha, que também tinha um problema grave de contrabando, conseguiu reduzi-lo ao mesmo tempo em que elevou as taxas”, do quinto parágrafo, as vírgulas, meramente enfáticas, podem ser suprimidas, sem que ocorra erro gramatical ou prejuízo semântico.
b)"A alegação do governo para desdenhar da medida é que", do quinto parágrafo, o termo destacado refere-se ao termo "redução de 8% no consumo", do final do parágrafo anterior.
c)"um aumento de impostos estimularia o contrabando", do quinto parágrafo, a forma verbal destacada está flexionada no futuro do pretérito do indicativo para expressar uma hipótese que, segundo o autor do texto, é verdadeira, o que se confirma com o trecho "O vínculo entre carga fiscal e tendência à fraude é inegável".
d)"O vínculo entre carga fiscal e tendência à fraude é inegável, mas isso não justifica o imobilismo", do quinto parágrafo, o pronome destacado refere-se apenas ao termo "tendência à fraude".
e)"isso não justifica o imobilismo. A Espanha, que também tinha um problema grave de contrabando, conseguiu reduzi-lo", do quinto parágrafo, o pronome destacado refere-se ao antecedente "imobilismo".
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Lembre-se: Salvo disposição em contrário, as questões e o gabarito levam em consideração a legislação em vigor à época do edital desta prova, que foi aplicada em Março/2008.
 
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