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Juiz institui ação que apura atentado a garota

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  A menina J.O., que figura como vítima na ação penal por atentado violento ao pudor, supostamente praticado por I.J.S., com quem ela acreditava estar namorando à época, em novembro de 2004, prestou depoimento hoje (13) ao juiz Adegmar José Ferreira, da 10ª Vara Criminal de Goiânia. A menina J., por possuir retardamento mental e deficiência crítica no desenvolvimento lingüístico, teve auxílio da mãe para responder às perguntas feitas pelo juiz atravéz de videoconferência e uma psicóloga, que usou bonecas.

Ao ser perguntada sobre o que aconteceu entre ela e o acusado, J. deu a entender que houve conjunção carnal. Ela disse ainda que continua namorando I. e que o vê freqüentemente, mas sua mãe interveio e afirmou que há aproximadamente quatro anos ela não o encontra. A menina disse também que teve relação sexual com ele três vezes e que houve dor durante a penetração.

A vítima foi submetida à avaliação psicológica e fonoaudióloga, tendo sido constatado que é portadora de retardamento mental grave e que a jovem não possuiu, não possui, bem como não possuirá permanentemente capacidade volitiva, afetiva e cognitiva para opor resistência a quaisquer sevícias ou delitos sexuais de qualquer natureza.

Na ocasião também foi interrogado o acusado que afirmou não ser verdadeira a acusação e que em razão de brincadeiras feitas por suas primas, J. acreditou que eles estavam realmente namorando. Ao vê-lo com sua verdadeira namorada, com quem manteve relacionamento por cinco anos, ela chorava desesperadamente, o que levou sua mãe a fazer um termo circunstanciado de ocorrência(TCO) contra ele.

De acordo com a denúncia do Ministério Público, a vítima residia próximo à casa do acusado e era amiga de uma prima dele. Em dia não esclarecido nos autos, J. que no seu entendimento estaria namorando, foi à casa de I., que estava sozinho e havia ingerido pinga e deu um pouco da bebida à vítima. Em seguida, esfregou o pênis em sua vagina e a constrangeu realizando coito anal.

(Ana Caruliny Oliveira)

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