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Mecânico acusado de homicídio foi absolvido pelos jurados da 2ª. Vara de Belém

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Pedro Marques de Melo, 24 anos, mecânico, que respondeu por homicídio qualificado praticado contra Claudemir Abreu da Silva, após ser submetido a julgamento popular, por cerca de seis horas, foi absolvido por maioria dos votos dos jurados da 2ª. Vara do Júri da Capital. A sessão presidida pelo juiz Edmar Silva Pereira foi aberta às 8h, desta terça, no salão do júri desembargador Nelson Silvestre Amorin, do Fórum Criminal da Capital, na Cidade Velha. 

O crime ocorreu dia 14 de agosto de 1999, por volta das 12h, quando a vítima estava visitando ex-vizinhos, no Conjunto Sideral. Depoimentos prestados por testemunhas dão conta que a vítima se envolveu amorosamente com a mulher do réu, resultando na separação do casamento de cinco anos. Ainda, pelas informações de testemunhas e do réu, foi a própria mulher a falar do caso que mantinha com o vizinho.

Após tomar conhecimento da traição da mulher, o casal decidiu se separar. A ex-mulher foi viver com o amante, numa casa próxima a do ex-marido que ficou os dois filhos que teve com a mulher. Testemunhas também contaram que a vítima costumava provocar o mecânico afirmando que, teria perdido a mulher por ser otário. Após alguns entreveros entre os dois, o casal resolveu se mudar para outro bairro, mas continuou freqüentando os amigos do antigo endereço.

No dia do crime, a vítima, que costumava usar entorpecente e ficar agressivo, teria ido procurar o réu com uma espingarda de fabricação caseira, enrolada numa toalha de banho. Mas o mecânico reagiu, desarmando-o, tendo a arma disparado e atingido o desafeto.
  
Após ouvir o depoimento da testemunha de acusação que presenciou o crime, e confirmou o depoimento prestado pelo réu no júri, a promotora de justiça Rosana Cordovil, autora da ação penal, mudou o posicionamento e decidiu não mais sustentar a acusação. Cordovil entendeu que o caso se enquadra na inexigibilidade de conduta diversa, e explica que ocorre quando o agente se prepara para fazer uma coisa e acaba fazendo outra, alheia a sua vontade.

O advogado Humberto Boulhosa que defedeu o réu também sustentou a tese da inexigibilidade de conduta diversa, e pediu aos jurados que absolvessem o réu. (Glória Lima).

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